Denuncia pública de la organización Viniketik en resistencia por la injusta sentencia de Baldemar Gomez Hernandez | Grupo de Trabajo “No estamos todxs”

http://noestamostodxs.tk/denuncia-publica-de-la-organizacion-viniketik-en-resistencia-por-la-injusta-sentencia-de-baldemar-gomez-hernandez/

Comunicado zapatista: Imágenes de la ruptura del cerco II (y último) | Centro de Medios Libres México

https://www.centrodemedioslibres.org/2019/09/01/comunicado-zapatista-imagenes-de-la-ruptura-del-cerco-ii-y-ultimo/

Comunicado Del CCRI-CG Del EZLN. Y ROMPIMOS EL CERCO

http://enlacezapatista.ezln.org.mx/2019/08/17/comunicado-del-ccri-cg-del-ezln-y-rompimos-el-cerco-subcomandante-insurgente-moises/

[CAB] Pela autogestão dos Territórios Ka’apor! Contra a criminalização e as perseguições! Pela autodeterminação de seus territórios!

[CAB] Pela autogestão dos Territórios Ka’apor! Contra a criminalização e as perseguições! Pela autodeterminação de seus territórios!

Nota da Coordenação Anarquista Brasileira

O povo ka’apor, povo guerreiro, é oriundo do grande grupo Tupi. Desde tempos imemoriais se territorializaram entre o Médio Xingu e Baixo Tocantins. As frentes de expansão do Estado brasileiro, materializadas em um colonialismo interno, em conjunto com conflitos inter-étnicos resultaram em um longo processo de migração e deslocamentos forçados deste povo. Vítimas diretas da fronteira agrária brasileira se somam a milhares de pessoas refugiadas do desenvolvimento.

Atravessaram o Rio Tocantins, passaram pelo Rio Acará-Mirin, deslocaram-se pelo Rio Guamá e Rio Capim até chegarem no Rio Coaraci. Enfrentaram batalhas com não-indígenas e agentes do Estado até chegarem no seu território atual entre o Rio Turiaçu e Rio Gurupi, noroeste do maranhense. Hoje contribuem para manter viva uma das últimas áreas de floresta primária na Amazônia Oriental. Sua população total é hoje de 1.900 indígenas distribuídos em 17 aldeias e numa série de áreas de proteção ambiental criadas em função da ação de madeireiras. Seu território é de 530.524 hectares sobrepostos em 06 municípios. Fronteiras administrativas criadas pelos brancos em função de suas disputas político-econômicas que não levou em consideração as territorialidades precedentes do Povo Ka’apor.

Em 1977 inicia-se o processo de demarcação de seus territórios. Foi concluído 1979. E só homologado em 1989. Mas, por conta do processo de grilagem de terras e de políticas sistemáticas de violência que foram submetidos os Ka’apor grandes extensões de terra foram excluídas da demarcação beneficiando projetos agropecuários e madeireiros na região.

Desde o período de sua homologação o Estado Brasileiro levou seus agentes para dentro do território para iniciar a política do “amansar” para “integrar”. Levando ações que ameaçam sistematicamente o povo e o seu território. Desde os chamados “projetos produtivos” que procuram inserir o Povo Ka’apor nos circuitos produtivos da economia capitalista procurando um “lugar na produção” para eles transformando-os consequentemente em “pobres”. Até “planos de manejos” de roças grandes, inserção da cultura de pastos e o estímulo a venda ilegal de madeira.

Em meados de 2007 o Povo Ka’apor começou a se reunir, conversar sobre seus problemas em comum. E através de atividades de educação e valorização da sua cultura começam identificar situações adversas que têm ameaçado a voz do seu povo no seu território e a necessidade de resistência através da retomada dos rituais ou valorização de sua educação. Lideranças de seu povo realizam visitas às aldeias e paralelamente ações de vigilância no seu território. Este processo se intensifica em 2013. Em setembro deste ano na margem direita do Rio Gurupi, um grupo de indígenas Ka’apor se envolveu num grande conflito com madeireiros; fecharam o primeiro ramal destes sujeitos que contrabandeavam toras.

Desde então quando iniciaram uma longa jornada de vigilância no seu território. Em função disso em 2014, Aldeia Yparenda é invadida, com agressões e tiros. Foram baleados 8 guardas-florestais Ka’apor. Em fevereiro de 2015 os Ka’apor criaram 7 áreas de proteção. Em abril desde mesmo ano, Euzébio Ka’apor é assassinado. Posteriormente, em dezembro de 2015, quando os guardas-florestais trabalhavam para apagar incêndios criminosamente provocados por madeireiros são surpreendidos com ataques resultando em dois indígenas, seguido por uma nova invasão de aldeia. Em fevereiro de 2016, Iruna Ka’apor é sequestrado por madeireiros e nenhum órgão do Estado conseguiu até hoje encontrá-lo. Durante o ano de 2016, através de órgãos do Estado, investem na divisão de lideranças para facilitar a invasão do território pelos madeireiros e projetos de “desenvolvimento” da região contando com a anuência e conivência de agentes públicos.

Em função desses ataques de madeireiros e fazendeiros com anuência do Estado brasileiro, o Povo Ka´apor decide radicalizar sua organização política e criam um Conselho Gestor de seus territórios com sete lideranças indígenas fazendo valer o princípio de sua autodeterminação.

Sua luta pela autodeterminação e autogestão de seus territórios vive constantemente ameaçada. Seja pelo Estado em nível estadual ou federal ou pelas frentes econômicas que se friccionam em seus espaços. No mês de junho de 2019, entre os dias 20 e 21, a guarda de autodefesa Ka’apor expulsou 10 madeireiros que retiravam madeira em um ramal da Terra Indígena; expropriaram seus pertences e máquinas., dentre as pessoas, inclusive, um irmão de vereador do munícipio.

A política “ambiental” irresponsável do governo de Flávio Dino, sem anuência e respeito ao Conselho e a Guarda Ka’apor, decidiram fazer uma “operação” em outro ramal do território. Foram recebidos à bala pelos madeireiros, e na troca de tiros um policial foi ferido e um morto do lado dos madeireiros. Neste sinistro, o Estado do Maranhão e os madeireiros começaram a acusar os guerreiros Ka’apor. Seu território foi sitiado por pistoleiros e policiais. O direito de ir e vir nas aldeias foi atacado.

Neste mês de julho a Sociedade Maranhense pelos Direitos Humanos acompanhou duas lideranças na justiça federal que trata de uma invasão em 2014/2015 em outro caso de agressão a um grupo da guarda. O juiz acatou o pedido da acusação e botou em acareação as duas lideranças e seus agressores. Resultado: os dois estão sendo perseguidos. Tiveram que retornar escondidos, de madrugada, para entrar clandestinamente em suas aldeias. Isso praticamente se converteu em uma sentença de morte as duas lideranças.

Por isso, nós da Coordenação Anarquista Brasileira, exigimos o fim da criminalização dos Povos Indígenas do Maranhão e defendemos o direito desses povos ao seu território autônomo e horizontal.

Fora o Governo Dino, Fazendeiros e Madereiros das Terras Indígenas dos Ka’apor!

CALC | 30 de Juliol de

Convocatoria para la Campaña Global #ElIstmoEsNuestro

Convocatoria para la Campaña Global

#ElIstmoEsNuestro

Istmo de Tehuantepec
Junio de 2019

El Istmo de Tehuantepec es una región de México, que compartimos los estados de Oaxaca y Veracruz. Se trata de la zona más angosta del país, entre los dos océanos: el Pacífico, al sur y el Atlántico, al norte (más conocido como Golfo de México), siendo el punto de encuentro entre las especies de flora y fauna del norte, con las del sur; Estas características convierten al Istmo en la región de mayor diversidad biológica del país, invaluable riqueza de vida que se concentra en los territorios indígenas que poseemos 11 diferentes pueblos indígenas, 8 con posesión ancestral (zapotecos, mixes, ikoots, zoques/chimalapas, zoque popolucas, chontales, chochocos y nahuas) y tres pueblos migrantes, por desplazamiento y reubicación forzada (chinantecos, mixtecos y tsotsiles)  Pueblos Indígenas que hemos resguardado con firmeza los bienes naturales de nuestros territorios, hasta el día de hoy.

ANTE LA INMINENTE AMENAZA DE PARTE DEL GOBIERNO DE LA 4T
Y DEL PRESIDENTE ANDRÉS MANUEL LÓPEZ OBRADOR (AMLO)
DE IMPONERLE A LOS PUEBLOS DEL ISTMO DE TEHUANTEPEC,
AL PUEBLO DE MÉXICO Y A LA NACIÓN MISMA,
EL LLAMADO “PROGRAMA DE DESARROLLO INTEGRAL DEL ISTMO DE TEHUANTEPEC – TREN INTEROCEÁNICO” (POPULARMENTE CONOCIDO DESDE 1996, COMO “MEGAPROYECTO DEL ISTMO”)
Y CONSIDERANDO QUE:

  • DICHO MEGAPROYECTO DEL ISTMO, NO ES OTRA COSA, SINO UN MONSTRUOSO CANAL SECO MULTIMODAL, ALTERNATIVO AL CANAL DE PANAMÁ, PARA EL BENEFICIO DEL COMERCIO CORPORATIVO GLOBAL ENTRE EL OCÉANO ATLÁNTICO Y EL OCÉANO PACÍFICO,
  • TIENE COMO EJE, UN TREN BALA DE CARGA, LA AMPLIACIÓN Y MODERNIZACIÓN DE LA CARRETERA TRANSÍSTMICA ASÍ COMO DE LOS PUERTOS DE SALINA CRUZ Y COATZACOALCOS;
  • ACOMPAÑADO DEL SAQUEO Y LA PRIVATIZACIÓN DE LOS INVALUABLES BIENES NATURALES DE LOS TERRITORIOS INDÍGENAS Y CAMPESINOS, DE 80 MUNICIPIOS OAXAQUEÑOS Y VERACRUZANOS, UBICADOS EN LA ZONA MÁS BIODIVERSA DE MÉXICO, POR UN CORREDOR INDUSTRIAL Y AGROINDUSTRIAL DE EMPRESAS MAQUILADORAS, ARMADORAS Y EXTRACTIVISTAS (MINAS, EXTRACCIÓN PETROLERA, PARQUES EÓLICOS, REPRESAS, TURISMO, ETC),
  • TODO ELLO AL SERVICIO DE LOS INTERESES Y PARA EL LUCRO MULTIMILLONARIO DE LAS EMPRESAS MULTINACIONALES Y LOS GOBIERNOS MÁS PODEROSOS DEL MUNDO;
  • UNA INVERSIÓN DE ESA MAGNITUD, IMPLICARÍA LA TOTAL MILIITARIZACIÓN DE TODO EL ISTMO, PONIENDO EN RIESGO LA REGIÓN GEOESTRATÉGICA MÁS IMPORTANTE DE NUESTRA NACIÓN.

POR LO CUAL, PÚBLICAMENTE RATIFICAMOS QUE ESTE
MEGAPROYECTO DEL ISTMO – TREN INTEROCEÁNICO,
CONSTITUYE UN GRAVE ATENTADO CONTRA:

  • LA MADRE NATURALEZA
  • LOS DERECHOS DE LOS PUEBLOS DEL ISTMO
  • LOS DERECHOS DE TODO EL PUEBLO MEXICANO; Y
  • LA SOBERANÍA NACIONAL

POR TODO LO CUAL, CONVOCAMOS:

  • Al Pueblo de México
  • A los Pueblos Indígenas, al Pueblo Negro Afromexicano y Comunidades Campesinas de Oaxaca, Veracruz, México y del Mundo
  • Al Pueblo Istmeño (de Oaxaca y Veracruz)
  • A todos los movimientos sociales y organizaciones comprometidas con la Defensa de la Madre Tierra y con los Derechos de los Pueblos Indígenas de México y del Mundo.
  • A tod@s l@s ciudadan@s mexican@s, interesad@s en Defender la Soberanía e Integridad Nacional
  • A los Medios de Comunicación Locales, Nacionales e Internacionales
  • A la Opinión Pública local, nacional e internacional,

A QUE, A PARTIR DE ESTE MOMENTO -RETOMANDO LA EXPERIENCIA VIVIDA POR EL MOVIMIENTO NACIONAL “EL ISTMO ES NUESTRO”, EN EL PERIODO 1995-1998 Y EN ALIANZA CON TODOS AQUELLOS MOVIMIENTOS Y ORGANIZACIONES QUE DE FORMA CONGRUENTE LUCHEN POR LOS MISMOS OBJETIVOS, INICIEMOS LA RECONSTRUCCIÓN DE UN AMPLIO Y PLURAL MOVIMIENTO Y DE UNA INTENSA CAMPAÑA GLOBAL, DENOMINADA:

EL ISTMO ES NUESTRO”

DE LOS PUEBLOS INDÍGENAS,

DEL PUEBLO MEXICANO,

NO DE LAS EMPRESAS,

NI DE LOS GOBIERNOS

MOVIMIENTO Y CAMPAÑA QUE SEA UN COMBATIVO INSTRUMENTO, PARA INFORMAR, REFLEXIONAR, ANALIZAR Y DIALOGAR PROFUNDAMENTE, ACERCA DE LOS RIESGOS Y PELIGROS QUE CONLLEVA REALMENTE ESTE MONSTRUOSO MEGAPROYECTO DE MUERTE, PARA EL ISTMO DE TEHUANTEPEC –LA CINTURA GEOPOLÍTICA DE NUESTRA NACIÓN- Y MOVILIZARNOS MASIVA Y PLURALMENTE, NO SÓLO PARA DETENER Y REVERTIR SU INSTRUMENTACIÓN, SINO PARA:

CONSTRUIR COLECTIVAMENTE, UNA PROPUESTA ALTERNATIVA DE DESARROLLO SUSTENTABLE, COMUNITARIO Y POPULAR, PARA EL ISTMO DE TEHUANTEPEC

L@S INVITAMOS A ADHERIRSE A LA PRESENTE CONVOCATORIA, ASÍ COMO A SUMARSE Y APOYAR TODAS LAS ACTIVIDADES A REALIZARSE EN EL MARCO DE ESTA CAMPAÑA Y DE ESTE MOVIMIENTO, A PARTIR DEL DÍA DE HOY,

¡NO AL MEGAPROYECTO DEL ISTMO!

¡SI A LA VIDA!

#ElIstmoEsNuestro

PARA SUSCRIBIR LA SIGUIENTE CONVOCATORIA, FAVOR DE ENVIAR EL NOMBRE DE SU COMUNIDAD / PUEBLO / ORGANIZACIÓN / COLECTIV@ AL CORREO ELECTRÓNICO:

elistmoesnuestromx@gmail.com

O POR FACEBOOK EN:

www.facebook.com/elistmoesnuestromx/

SIGUE LA CAMPAÑA GLOBAL EN:

www.elistmoesnuestro.org

F R A T E R N A L M E N T E:

Acción por la Biodiversidad (Argentina)

Articulación de Pueblos Originarios del Istmo Oaxaqueño
en Defensa del Territorio
(APOYO)

Asamblea de Pueblos Indígenas del Istmo en Defensa de la Tierra y el Territorio (APIIDTT):

(Asamblea de Comuneros de Santa María Xadani, Asamblea Comunitaria, Concejo de Ancianos, Cabildo Comunitario, Concejo de Mujeres Autónomas y Policía Comunitaria del Pueblo de Gui’ Xhi’ Ro’, Álvaro Obregón – Juchitán, Concejo de Mujeres Autónomas “Guie Sicarú” de Santa Rosa de Lima (CoMAA), Concejo de Mujeres Autónomas de Chicapa de Castro (CoMAA), Asambleas de Comuneros y asamblea de Resistencia de La Ventosa. Asambleas de Resistencia de: Juchitán. San Francisco del Mar. Reforma Integral – Ixhuatán. Reforma de Pineda. Huanacastal, El Jícaro – Zanatepec. Tapananetepec. Pesquería Trejo – Chahuites Radio Comuntaria Stidxa Guidxi)

Brigadas Emiliano Zapata de México (BEZ-MÉX)

Café Zapata Vive
(Cd Mx)

Centro de Derechos Humanos Espacios para la Defensa, el Florecimiento y Apoyo Comunitario, A.C.
(Juchitán, Oaxaca)

Centro de Derechos Humanos Tepeyac del Istmo de Tehuantepec, A.C.

Centro de Estudios para el Cambio del Campo Mexicano, A.C. (CECCAM)(Cd Mx)

Colectivo Defensoras de Derechos Humanos
(San Cristóbal de las Casas, Chiapas)

Colectivo de Grupos de la Asamblea de Barrios
de la Ciudad de México
(CG-ABCM)

Comité Nacional para la Defensa y Conservación de los Chimalapas
(CNDyCCh) (Cd Mx) (Red de la sociedad civil, integrada por más de un centenar de redes de la sociedad civil, movimientos sociales académicos, artistas, ongs y ciudadan@s)

Comité por la Defensa de los Derechos Indígenas (CODEDI)

Concejo de Organizaciones Oaxaqueñas Autónomas (COOA)

Congregación Comunal, La Libertad (Sta. María Chimalapa, Oax.)

Congreso Nacional Indígena y Concejo Indígena de Gobierno (CNI-CIG)

Coordinadora de Pueblos y Organizaciones del Oriente del estado de México en Defensa de la Tierra, el Agua y su Cultura

Cooperativa Autónoma Cimarronez Anticapitalismo Organizado (C.A.C.A.O.)

Coordinación de Pueblos Unidos
en Defensa de la Energía Eléctrica

(CPUEDEE: Edomex, Puebla y CDMX)

Craneoscopio Editorial (CDMX)

Difunto Acústico – Cantaautor (Riverside CA)

Editorial Ce-Acatl (Cd Mx)

Frente de Pueblos en Defensa de la Tierra y Agua

Morelos, Puebla y Tlaxcala (FPDTA)

Huerto Roma Verde (Cd Mx)

Heriberto Rodríguez – Fotógrafo, Colectivo Radio Zapatista

Ik Balam – Agencia de Noticias Ambientales (Cd Mx)

José María León Villalobos – Investigador, Centro Geo

La Coperacha – Información Cooperativa

La Cuadra A.C. (Cd Mx)

Laboratorio Popular de Medios Libres (Cd Mx)

Maderas del Pueblo del Sureste, A.C. (Chimalapas, Oaxaca)

Movimiento Regional Indígena en Defensa y Respeto por la Vida (Veracruz)

Organizaciones Indias por los Derechos Humanos en Oaxaca (OIDHO)

Pacto de Grupos Ecologistas (PGE) (Cd Mx)

Proceso de Articulación de la Sierra de Santa Marta
del Sur de Veracruz

Proyecto Carta Mesoamericana (Cd Mx)

Semillitas Zapatistas

Servicios para una Educación Alternativa A.C. (EDUCA) (Oaxaca)

Unión de Lucha Anticapitalista integrante del
Encuetro Nacional por la Unidad del Pueblo Mexicano
(Cd Mx)

Yunhiz Espacio Alternativo (Oaxaca)

Marcelino Ruiz Gómez vuelve a costurarse los labios | Grupo de Trabajo “No estamos todxs”

http://noestamostodxs.tk/marcelino-ruiz-gomez-vuelve-a-costurarse-los-labios/?fbclid=IwAR1NA8cN96OmIqIOvBLabi5PmYxIwM0IYrgN4kTRo-wTrS17bGK32tXqxHY

El 12 de julio saldrá en libertad Luis Fernando Sotelo. Recibimiento – Centro de Medios Libres México

Origen: El 12 de julio saldrá en libertad Luis Fernando Sotelo. Recibimiento – Centro de Medios Libres México

09 06 19 : palabras de Miguel Peralta a otros presos de larga condena.

Les compartimos la participación del compañero Miguel Peralta desde el penal de Cuicatlán, Oaxaca, en la Jornada Anticarcelaria que se llevó a cabo en la Escuela Nacional de Antropología e Historia, en la CDMX, en el contexto del 11 de junio, día internacional de solidaridad con lxs
presxs anarquistas de larga condena.

Libertad a Miguel Peralta YA!!!
Libertad a todxs lxs presxs!!!

Origen: MiguelPeralta 09 06 19 : Free Download, Borrow, and Streaming : Internet Archive

ADRIÁN GÓMEZ JIMENEZ TIENE QUE SER TRASLADADO AL HOSPITAL PARA SER ATENDIDO POR HEMATURIA | Grupo de Trabajo “No estamos todxs”

Origen: ADRIÁN GÓMEZ JIMENEZ TIENE QUE SER TRASLADADO AL HOSPITAL PARA SER ATENDIDO POR HEMATURIA | Grupo de Trabajo “No estamos todxs”

Primera declaración de resistencia de los pueblos del CIPOG-EZ, CNI-CIG ante el cerco de los grupos narcoparamilitares y la omisión de los tres niveles de gobierno – Congreso Nacional Indígena

https://ww.congresonacionalindigena.org/2019/06/06/primera-declaracion-de-resistencia-de-los-pueblos-del-cipog-ez-cni-cigante-el-cerco-de-los-grupos-narcoparamilitares-y-la-omision-de-los-tres-niveles-de-gobierno/

Detienen a Cristóbal Sánchez e Irineo Mujica defensores de derechos humanos de migrantes | Centro de Medios Libres México

https://www.centrodemedioslibres.org/2019/06/06/detienen-a-cristobal-sanchez-e-irineo-mujica-defensores-de-derechos-humanos-de-migrantes/

Chiapas: Firman pacto de no agresión autoridades de Aldama y Chenalhó | Blog SIPAZ

El 4 de junio, en Tuxtla Gutiérrez, autoridades constitucionales y tradicionales de Aldama y Chenalhó, acompañado por el gobernador Rutilio Escandón Cadenas y el subsecretario federal de Derechos H…

Origen: Chiapas: Firman pacto de no agresión autoridades de Aldama y Chenalhó | Blog SIPAZ

COMUNICADO DEL CNI-CIG Y EL EZLN ANTE LA VIOLENCIA DESATADA CONTRA LOS PUEBLOS ORIGINARIOS – Congreso Nacional Indígena

A los pueblos del mundo A las redes de apoyo al CIG A la sexta nacional e internacional A los medios de comunicación El paso del capitalismo neoliberal está marcando sus pasos con la sangre de nuestros pueblos, donde la guerra arrecia porque no cedemos nuestra tierra, cultura, nuestra paz y organización colectiva; porque no…

Origen: COMUNICADO DEL CNI-CIG Y EL EZLN ANTE LA VIOLENCIA DESATADA CONTRA LOS PUEBLOS ORIGINARIOS – Congreso Nacional Indígena

COMUNICADO ANTE LA NECESIDAD DE ATENCIÓN MÉDICA, Y DENUNCIA DE NEGLIGENCIA EN LA MISMA, DE NUESTRO COMPAÑERO MARCELINO RUÍZ GÓMEZ EN HUELGA DE HAMBRE EN EL CERSS Nº 10 DE COMITAN

http://www.noestamostodxs.tk/comunicado-ante-la-necesidad-de-atencion-medica-y-denuncia-de-negligencia-en-la-misma-de-nuestro-companero-marcelino-ruiz-gomez-en-huelga-de-hambre-en-el-cerss-no-10-de-comitan/

[ACTIVIDADES] CONVOCATORIA A CONFORMAR Y FORTALECER LAS “JORNADAS POR LA VIDA Y CONTRA LA GUERRA”

via [ACTIVIDADES] CONVOCATORIA A CONFORMAR Y FORTALECER LAS “JORNADAS POR LA VIDA Y CONTRA LA GUERRA”

Comunicado de la Organización Viniketik en resistencia a dos semanas de retomar la huelga de hambre

http://noestamostodxs.tk/comunicado-de-la-organizacion-viniketik-en-resistencia-a-dos-semanas-de-retomar-la-huelga-de-hambre/

El gobierno de CM contra KeHuelga Radio

Negamos el dicho del comisionado Contreras: la Ké Huelga Radio no está interfiriendo ninguna señal usada por la aviación en nuestra ciudad.

Pedimos su ayuda para difundir nuestro comunicado.

Ciudad Monstruo, mayo de 2019

El 21 de mayo del presente año, el comisionado presidente del Instituto Federal de Telecomunicaciones (IFT), Gabriel Oswaldo Contreras Saldívar, hizo declaraciones falsas que generan un clima de violencia en contra del colectivo radiofónico Ké Huelga Radio. En el “Foro. Análisis del sector de la radiodifusión en el marco de la aprobación del Plan Nacional de Desarrollo 2019-2024” realizado en instalaciones de la Cámara de Diputados, este funcionario declaró lo siguiente:

Yo creo que todos conocemos el caso de alguna estación ilegal ¿Quieren un ejemplo? Perdónenme no se escucha pero es ilegal (SIC) ¿Alguien le suena Ké Huelga aquí en la Ciudad de México? Pues es ilegal, perdón. Y si va a poner en peligro que caiga un avión en Ciudad de México que va en proceso de aproximación a la pista de aterrizaje, tenemos un problema, digo llamémosle como quieran, pero es un problema.

La declaración del funcionario público es falsa. El mismo 21 de mayo, alrededor de las 17:00 hrs, se revisó el equipo de transmisión de la Ké Huelga Radio sin detectar ninguna anomalía. El 22 de mayo apagamos nuestra señal para realizar nuevas pruebas, sin encontrar señales de interferencia. Frente a las irresponsables declaraciones del comisionado Contreras, queremos hacer algunas precisiones de carácter técnico. Nuestra radio transmite en 102.9 MHz de FM en tanto que las aeronaves utilizan el dial que va de 108 a 137 MHz. Los 10 primeros MHz son utilizados para radio ayudas de navegación (108 a 117.95 MHz). La banda de voz utilizada por las aeronaves va de 118 a 137 MHz. Por lo tanto, nuestra transmisión no interfiere directamente con las actividades del tráfico aéreo. Conocemos las posibilidades de que los transmisores de radio produzcan ondas armónicas, ondas espurias u otras “fugas” que interfieran con otras frecuencias, pero mantenemos un monitoreo constante para asegurarnos de que nuestro equipo no emita ese tipo de señales y para remediarlas lo más rápido posible.

Del mismo modo, el 22 de mayo el servicio de monitoreo en la Torre de Control del Aeropuerto Internacional de la Ciudad de México negó la existencia de una interferencia radiofónica, actual o anterior, que afecte la señal en la aviación mexicana.

En este sentido, negamos categóricamente el dicho del comisionado Contreras: la Ké Huelga Radio no está interfiriendo ninguna señal usada por la aviación en nuestra ciudad.

Entonces ¿por qué el funcionario público hace declaraciones falsas e irresponsables, creando un impacto mediático que siembra temores entre los usuarios de los aviones y criminaliza nuestra radio?

Los dichos del comisionado presidente del IFT son una pieza más del rompecabezas de la represión, de la estrategia de guerra usada por el estado mexicano contra la libertad de expresión. Desde abril de 1999, cuando se funda la Ké Huelga Radio, se denuncia el monopolio de la comunicación en México, modelo privatizador que se ha perfeccionado año con año, tras varias reformas y que no ha dejado espacio a la verdad ni a la palabra de muchas personas, comunidades y sectores sociales.

Nuestra postura es defender y cuidar la vida sin mercantilizar la comunicación, apoyar y participar de la libertad de expresión y siempre estar del lado de la sociedad haciendo visibles los grandes problemas que vivimos.

A lo largo de sus 20 años de existencia, la Ké Huelga Radio, al igual que las radios libres y comunitarias a lo largo y ancho del país, ha sido objeto de una serie de calumnias y ataques por parte de los monopolios mediáticos y los gobiernos en turno. Las estrategias de los gobiernos y sus instituciones para acallar las voces disidentes y críticas a sus políticas neoliberales, han sido el hostigamiento, persecución, detención, asesinato, desaparición forzada, criminalización, intimidación y los bloqueos a la señales de frecuencia modulada. Prueba de ello es que la represión ha ido en aumento:

De acuerdo con Reporteros Sin Fronteras, México ocupa el puesto 144 en violencia contra comunicadores, de los 188 países que conforman la clasificación mundial de libertad de prensa, haciendo de nuestro país uno de los más inseguros para ejercer el periodismo a nivel mundial.

Por su parte la organización Artículo 19 ha denunciado el asesinato de 126 comunicadores del año 2000 a la fecha, así como la desaparición de 24 periodistas desde el 2003.

En esa negra cuenta, destacamos el asesinato de Samir Flores Soberanes, fundador de Radio Amiltzinko, el pasado 20 de febrero, después de otra declaración irresponsable, en este caso por parte del presidente de la República.

Desde hace años, existe una política de criminalización contra las radios libres y comunitarias, enarbolada por el IFT y que revela su incapacidad de ver y actuar más allá de la lógica de las concesiones radiofónicas. Para ese organismo no se trata de combatir la ilegalidad, sino de “limpiar” el dial de radios libres y comunitarias para entregar las frecuencias a sus amigos los monopolios mediáticos.

Desde octubre de 2015 hemos denunciado que nuestra señal del 102.9 de FM sufre una interferencia intermitente con ruido blanco y que desde octubre de 2018 hasta abril de 2019 borraba prácticamente nuestra señal. Lo hemos dicho varias veces: la institución responsable de esta interferencia es el IFT, sea porque coloca directamente la señal que nos interfiere o porque no hace nada para eliminarla.

Aunado a esto, en 2016, el IFT impulsó la terrible campaña “Se busca por robo”, fuertemente criticada por organizaciones de derechos humanos, señalando que dicha campaña utilizaba un lenguaje hostil, criminalizando y dañando la imagen pública de comunicadores y medios comunitarios e indígenas, favoreciendo su estigmatización. Ya en plena 4ta transformación, han sido asesinados 6 periodistas, y ahora, las declaraciones alarmistas del Comisionado presidente del IFT refuerzan la criminalización de quienes ejercemos la libertad de expresión, bajo la amenaza de “aplicar todo el peso de la ley” acompañado eso sí, de las fuerzas armadas.

Es preocupante que esta nueva campaña represiva disfrazada de combate a la “ilegalidad” por parte del IFT y sus representantes, no distinga entre aquellos que mercantilizan la comunicación y los espacios de comunicación que tienen una vocación comunitaria. La declaración de Gabriel Oswaldo Contreras en el recinto legislativo y en el marco de la discusión de las directrices de Desarrollo Nacional en el contexto de la 4T no da buena señal, se está optando por una política de persecución a tabla rasa, por una ley que ahonde la criminalizacion de la libertad de expresión, antes que buscar caminos que garanticen la seguridad para el pleno ejercicio de nuestras libertades.

La “ilegalidad”, expresada por el IFT niega el derecho humano a la libertad de expresión. La Ké Huelga Radio suscribe el artículo 19 de la Declaración Universal de los Derechos Humanos, de la ONU la cual establece que “todo individuo tiene derecho a la libertad de opinión y de expresión; este derecho incluye el de no ser molestado a causa de sus opiniones, el de investigar y recibir informaciones y opiniones, y el de difundirlas, sin limitación de fronteras, por cualquier medio de expresión”… y nuestro medio de expresión es la radio libre. Transmitimos, desde hace 20 años por la frecuencia modulada del 102.9 Mhz y por el sitio web kehuelga.net, a través de estos canales mantenemos la comunicación abierta y responsable contra la censura impuesta por el IFT y los monopolios mediáticos.

Difundimos, las voces críticas del movimiento social en México y del mundo. No comercializamos ningún producto, tampoco difundimos mensajes y proyectos de partidos políticos; por tanto cumplimos con el proyecto de comunicación comunitaria, autogestiva y autónoma. No afectamos el espectro radioeléctrico ya que no lucramos con él.

A pesar de las interferencias a nuestra señal, el hostigamiento en nuestra contra y los ataques contra nuestros canales de comunicación, la Ké Huelga Radio refrenda su compromiso de amplificar las voces de la lucha y la resistencia, compartiendo la voz de la gente que necesita comunicar sus denuncias, y apoyando con nuestras modestas capacidades, a las radios hermanas en todo el país.

Responsabilizamos al gobierno de México y al comisionado presidente del IFT de lo que suceda en contra de quienes participamos en la Ké Huelga Radio y de las interferencias que sufra nuestra señal. Exigimos respeto a nuestra radio libre y llamamos a todas y todos nuestr@s compañer@s a defender este espacio de libre expresión.

¡Respeto a los proyectos de radios comunitarias y libres!

¡Alto a la represión y al hostigamiento!

¡Alto a las interferencias!

¡No más mentiras del IFT!

¡Alto a la privatización del espectro radiofónico!

Ké Huelga Radio

Libre, Social y Contra el Poder.

Mayo de 2019

Necesidad de atención hospitalaria de Adrián Gomez Jiménez por considerable infección en las vías urinarias debido a deshidratación por la huelga de hambre. | Grupo de Trabajo “No estamos todxs”

http://noestamostodxs.tk/necesidad-de-atencion-hospitalaria-de-adrian-gomez-jimenez-por-considerable-infeccion-en-las-vias-urinarias-debido-a-deshidratacion-por-la-huelga-de-hambre/

¡¡ACTUALIZADO!!. Comunicado de “todos (…) los nombres”. Ante la actual situación y el futuro que se vislumbra… | Todos los Nombres

Origen: ¡¡ACTUALIZADO!!. Comunicado de “todos (…) los nombres”. Ante la actual situación y el futuro que se vislumbra… | Todos los Nombres

 

¡A toda la ciudadanía!

¡A todas las instituciones públicas y privadas!

¡A todas las personas de buena voluntad!

Ante la actual situación y el futuro que se vislumbra, llamamos a colaborar en el mantenimiento de la página web Todos los Nombres (www.todoslosnombres.org)

Desde el pasado 2 de diciembre vivimos en una situación de incertidumbre sobre el futuro de las políticas de memoria en Andalucía. La posibilidad de la formación de un gobierno de partidos de derecha con el apoyo de la extrema derecha era una posibilidad más que cierta. Ahora, finalmente, ha tomado cuerpo. A partir de esta semana la Junta de Andalucía tendrá un gobierno conservador con el apoyo de los ultraderechistas. Entre los acuerdos que una de las formaciones de gobierno ⎯el PP⎯ ha tomado está el de sustituir la Ley de Memoria Histórica vigente por otra que denomina «de la concordia». No sabemos qué significará en la práctica exactamente, pero sí que parece más que probable la desaparición de la actual Dirección General de Memoria Democrática, de las políticas de memoria que llevaba a cabo la anterior administración del PSOE y de los programas de ayuda y subvención a las actividades memorialistas: exhumaciones, trabajos de investigación y otras. Existen antecedentes para pensar así.

Todos (…) los Nombres ha vivido a lo largo de sus más de doce años de existencia numerosas vicisitudes económicas. Ha recibido financiación de diferentes instituciones ⎯Junta, Gobierno de España, Universidades⎯ y entidades privadas, como alguna caja de ahorros. En la práctica totalidad de estos años, la financiación ha sido completamente insuficiente, no ya para cumplir sus objetivos, sino para llevar una vida estable. Carencias económicas que han sido suplidas por el trabajo voluntario de su equipo, las aportaciones individuales de sus visitantes, una campaña de crowdfunding y la ayuda solidaria de cooperativas que nos han destinado parte de sus beneficios sociales.

Hace dos años, en la búsqueda de una mínima estabilidad, conseguimos que la Junta de Andalucía presentara, a través de la consejería correspondiente encargada de la memoria histórica, una partida dentro de los presupuestos generales de la comunidad que aprueba el Parlamento. Han sido dos ejercicios con 10.000 euros que, para este año 2019, iban a verse aumentados hasta 15.000. Lejos de un presupuesto normal, pero que permitía la continuidad de la página con los otros recursos ya apuntados: trabajo voluntario, aportaciones individuales, ayudas solidarias.

Enero se abre con las incógnitas indicadas y el cierre de la financiación administrativa. Una situación de inestabilidad que puede comprometer la supervivencia de la web. Desde luego, no tiraremos la toalla tan fácilmente. Sabemos que todavía hoy, y parece que con más motivo en los tiempos que se avecinan, Todos (…) los Nombres tiene un importante papel que cumplir. El primero, en completar la relación de víctimas del golpismo y el franquismo en Andalucía, Extremadura y norte de África. El segundo, en continuar siendo una herramienta de relación, consulta y apoyo para familiares, asociaciones y personas preocupadas por el memorialismo. Así nos lo indican las casi 200.000 visitas registradas a lo largo del año pasado y el promedio de cinco correos que recibimos diariamente pidiéndonos información; muchos de ellos procedentes de instituciones administrativas locales, provinciales y regionales. Sabemos, sin falsas modestias, que somos una página de referencia no solo a nivel andaluz, sino nacional e incluso internacional.

Pero sobre todo sabemos que somos una iniciativa civil que continúa la senda que los familiares de las víctimas y las primeras asociaciones comenzaron a marcar hace ya casi veinte años. Hoy más que nunca, es necesario mantenerla. La vida pública es responsabilidad de toda la ciudad y no podemos escapar, ni individual ni colectivamente, a ella.

Es por ello por lo que, haciendo de la necesidad virtud, hemos decidido hacer un llamamiento público de apoyo a la página para este año 2019, que quizás podría tener una prolongación en el tiempo, y que se enmarca en una serie de acciones que vamos a realizar de forma inmediata:

  1. Las entidades impulsoras han decidido, en primer lugar, dirigirse a la nueva administración para conocer directamente sus intenciones sobre la inclusión o no de los 15.000 euros de ayuda directa a la página en los presupuestos que piensa presentar al Parlamento.
  2. Nos dirigiremos a los grupos parlamentarios constituidos en la cámara para presentarles nuestra petición de que se incluya esa partida. Una cosa es el proyecto de presupuestos que presentan los gobiernos y otra es el que, finalmente, se aprueba. Pensamos que hay margen burocrático y mayoría de votos para que la ayuda quede incluida.
  3. Nos dirigiremos al Gobierno central para ver su disposición a que, de forma inmediata o en los presupuestos, tenga en cuenta una ayuda a la página.
  4. Pensamos que las políticas de memoria, más allá de la administración regional, tienen otros recorridos administrativos como los ayuntamientos y las diputaciones. En ese sentido, hacemos un llamamiento para que, dentro de sus posibilidades, puedan colaborar, por ejemplo, en la realización de actividades puntuales como la inclusión de un número elevado de registros en la base de datos, para lo que hace falta contratar a una persona específica de forma temporal.
  5. Como iniciativa civil, confiamos en la sociedad. En la andaluza, en la española y en la internacional. Por eso hemos pensado lanzar un bono de apoyo por valor de 30 euros. Alcanzando un mínimo de 350 personas que lo compren nos garantizaríamos el funcionamiento de este año dentro los mínimos actuales. La donación, que no es incompatible con una colaboración económica menor u mayor, quedaría recogida en la página y se le enviaría al donante un certificado de colaborador propietario.

Los momentos son graves. Lo sabemos. Pero también sabemos que tenemos espacios para actuar, que hay posibilidades y que el memorialismo no se encuentra en una situación peor que hace quince años cuando dio sus primeros pasos. Al contrario, sabemos que parte del camino, por mucho que se empeñen, no tiene vuelta atrás. Las piedras podrán ser de mayor o menor tamaño, pero el camino está trazado y lo continuaremos recorriendo hasta alcanzar, en este caso mediante la web, la VERDAD, la JUSTICIA y la REPARACIÓN.

DATOS BANCARIOS DONDE HACER EL INGRESO DE LA DONACIÓN

  • Titular: Confederación General del Trabajo de Andalucía (CGT.A)
  • Banco: CaixaBank
  • Cuenta: ES58  2100 8460 9122 0014 7151
  • Concepto: Donación «todos (…) los nombres» 2019
  • Nombre del donante y localidad

Sevilla, a 15 de enero de 2019

Grupo de Trabajo RMHSA. CGT-A                                                   Asociación Nuestra Memoria

 

SE RUEGA NOS COMUNIQUEIS VUESTROS INGRESOS DADO QUE LOS ESTRACTOS DE LOS BANCOS CADA VEZ CONTIENEN MENOS INFORMACIÓN Y NOS ESTAN “LIANDO”.

Presos y huelga de hambre en Chiapas.

Dóna un cop d’ull al tuit de: @NoEstamosTodxs: https://twitter.com/NoEstamosTodxs/status/1119692709806186496?s=09

20190320 presos huelga hambre

COMUNICADO DEL CNI-CIG Y EL EZLN ANTE EL COBARDE SECUESTRO Y ASESINATO DE LOS COMPAÑEROS DEL CONCEJO INDÍGENA Y POPULAR DE GUERRERO- EMILIANO ZAPATA

COMUNICADO DEL CNI-CIG Y EL EZLN ANTE EL COBARDE SECUESTRO Y ASESINATO DE LOS COMPAÑEROS DEL CONCEJO INDÍGENA Y POPULAR DE GUERRERO- EMILIANO ZAPATA.

Muere Pastora Dominga González, madre del expreso FIES, ya fallecido, Xosé Tarrío | Kaos en la red

Pastora Dominga González, madre del ex-preso anarquista Xosé Tarrío (autor del libro

Origen: Muere Pastora Dominga González, madre del expreso FIES, ya fallecido, Xosé Tarrío | Kaos en la red

Juicio por la Contraofensiva de Montoneros: Crónicas del juicio -día 3- Salvate vos que tenés toda la vida por delante

Estos dias, en Argentina, se está desarrollando la etapa testimonial en el juicio denominado “Contraofensiva montonera”.

Se investiga la responsabilidad de nueve ex integrantes del Servicio de Inteligencia del Ejército en el secuestro, tortura y asesinato de 94 personas entre 1979 y 1980.

La audiencia comienza a las 9 hs., ante el Tribunal Federal Nº 4 de San Martín, en Pueyrredón 3728.

Hoy vemos la declaracion del día 3: Juicio por la Contraofensiva de Montoneros: Crónicas del juicio -día 3- Salvate vos que tenés toda la vida por delante

Grabado en solidaridad con los compañeros presos en lucha actualmente en ayuno parcial en espera de una solución del Gobierno. #HastaQueTodxsSeamosLibres

tuit de: @NoEstamosTodxs: https://twitter.com/NoEstamosTodxs/status/1119692709806186496?s=09

Qué se ha de sentir al llevar un mes sin masticar, sin sentir sabores…

Dóna un cop d’ull al tuit de: @NoEstamosTodxs: https://twitter.com/NoEstamosTodxs/status/1118197583900487680?s=09

Qué se ha de sentir al llevar un mes sin masticar, sin sentir sabores y enfrentando una lucha contra nuestro propio organismo que se rebela desde su instinto de sobrevivencia ante nuestra decisión de poner nuestra vida en riesgo… ¿pueden imaginarlo?

#LibertadAPresxsEnLucha

Compañeros presos en Comitan se costuran la boca a dos semanas de la huelga de hambre

CERSS Nº 10

COMITÁN DE DOMINGUEZ, CHIAPAS

COMUNICADO DE PRESOS INDÍGENAS ORGANIZACIÓN VINIKETIK EN RESISTENCIA

Al Ejército Zapatista de Liberación Nacional

A la Sociedad Civil Nacional e Internacional

A los medios de comunicación Nacional e Internacional

A la Sexta Nacional e internacional.

Al Congreso Nacional Indígena CIG

A los Derechos Humanos y a las ONG’S

A la Red contra la Represión y por la Solidaridad.

A las organizaciones independientes.

Al pueblo de México y del mundo.

29 de Marzo de 2019

Compañeros y compañeras, hermanos y hermanas en lucha que se encuentran detrás de estas cuatro paredes. Ya llevamos varios días en huelga de hambre y nos sentimos débiles y con dolores estomacales.

Es por ello que el día de hoy, viernes 29 de marzo a 15 días de estar en huelga de hambre hemos considerado costurarnos la boca como símbolo que el Señor Gobernador del Estado de Chiapas, Rutilio Escandón Cadenas no ha escuchado nuestras voces.

Tal vez porque somos indígenas, pobres y humildes y para él no seamos o no tenemos mucho valor ya que no tenemos respuesta de parte de él.

Pero nuestra lucha seguirá y seguiremos exigiendo nuestra libertad inmediata y absolutoria e incondicional. Porque ya son mucos años de aguantar las injusticias.

Al mismo tiempo responsabilizamos al C. Rutilio Escandón Cadenas, Gobernador de Chiapas por nuestras vidas y todo aquello que nos llegue a suceder ya que él está en sus manos dar la solución.

Atentamente,

ORGANIZACIÓN VINIKETIK EN RESISTENCIA

EN HUELGA:

MARCELINO RUÍZ GÓMEZ

BALDEMAR GÓMEZ HERNÁNDEZ

EN LUCHA:

JUAN PÉREZ ÁLVAREZ

HIPÓLITO JIMÉNEZ CRUZ

Comunicado del Proceso de Articulación de la Sierra de Santa Marta por la simulación de consulta para imponer megaproyecto en el Istmo – Congreso Nacional Indígena

https://www.congresonacionalindigena.org/2019/03/29/comunicado-del-proceso-de-articulacion-de-la-sierra-de-santa-marta-por-la-simulacion-de-consulta-para-imponer-megaproyecto-en-el-istmo/

Cese de amenazas y hostigamientos a presos en huelga de hambre en Chiapas

Ver Publicación original :pincha aquí.

https://frayba.org.mx/cese-de-amenazas-y-hostigamientos-a-presos-en-huelga-de-hambre-en-chiapas/

El pasado 15 de marzo, 6 personas privadas de su libertad iniciaron una huelga de hambre en diversas cárceles de Chiapas, el 18 de marzo 7 personas más se unieron a este movimiento.

Las personas que se encuentran en huelga de hambre son: Abraham López Montejo y Germán López Montejo, en el Centro de Readaptación Social de Sentenciados No. 14 El Amate (CERSS No. 14 El Amate), en Cintalapa; Adrián Gómez Jiménez, Juan de la Cruz Ruíz, Mariano Gómez López, Marcos Gómez López, Martín Gómez López, Mariano Pérez Velasco, Mario Díaz Rodríguez, Felipe Díaz Méndez y Juan Castellanos Gómez en el CERSS No. 5 en San Cristóbal de Las Casas; así como Marcelino Ruíz Gómez y Baldemar Gómez Hernández en el CERSS No. 10 en Comitán de Domínguez.

Las 13 personas privadas de su libertad iniciaron la huelga de hambre al interior de las cárceles para denunciar las violaciones a los derechos humanos que viven cotidianamente en los centros penitenciarios en donde se encuentran, así como para reivindicar su inocencia ante los juicios injustos en que están siendo procesados. Es importante señalar que han denunciado tortura y tratos crueles inhumanos y/o degradantes desde el momento de su detención, 12 de ellos son indígenas tsotsiles.

Los 13 presos en huelga de hambre han indicado que constantemente reciben amenazas y hostigamiento de parte de las autoridades penitenciarias para que desistan de su manifestación.

Este Centro de Derechos Humanos cuenta con datos documentales que Abraham López Montejo y Germán López Montejo, fueron llevados a la celda de castigo conocida como El Horno en el CERSS No. 14 El Amate; y que Adrián Gómez Jiménez y Juan de la Cruz Ruíz se encuentran en una celda de castigo en el CERSS No. 5 en condiciones de aislamiento e insalubridad, lo que pone en riesgo su integridad física y psicológica.

Solicitamos que se respete la integridad personal de las 13 personas privadas de su libertad que se encuentran en huelga de hambre y que sean tratadas conforme a su dignidad y debido respeto de los derechos fundamentales.

Urgimos a las autoridades del estado de Chiapas el cese inmediato de los actos de amenazas e intimidación, así como los actos de castigo que constituyen tortura y tratos crueles inhumanos y/o degradantes.

Pedimos a la solidaridad nacional e internacional envíen sus llamamientos y/o firmen en:

Cese de amenazas y hostigamientos a presos en huelga de hambre en Chiapas

 

Lic. Rutilio Escandón Cadenas. Gobernador Constitucional del Estado de Chiapas
Palacio de Gobierno del Estado de Chiapas, 1er Piso Av. Central y Primera Oriente,
Colonia Centro, C.P. 29009. Tuxtla Gutiérrez, Chiapas, México
Fax: +52 961 61 88088 – + 52 961 6188056; Extensión 21120. 21122;
Correo: secparticular@chiapas.gob.mx
Twitter: @JuntoscnRutilio

 

Lic. Ismael Brito Mazariegos. Secretario General de Gobierno en Chiapas
Palacio De Gobierno, 2o. Piso, Centro C.P. 29000 Tuxtla Gutiérrez, Chiapas.
Conmutador: (961) 61 8 74 60 Ext. 20003
Correo: secretariaparticular.sgg@gmail.com

 

Lic. Gabriela del Socorro Zepeda Soto. Secretaria de Seguridad y Protección Ciudadana.
Libramiento Sur Oriente Km. 9, Col Castillo Tielmans C.P. 29070 Tuxtla Gutiérrez, Chiapas.
Conmutador: (01 961) 61 7-70-20
http://www.sspc.chiapas.gob.mx

 

Lic. Juan José Zepeda Bermúdez. Presidente de la Comisión Estatal de los Derechos Humanos
Edificio Plaza, 3er y 4to piso. Avenida 1 Sur Oriente S/N Barrio San Roque, C.P. 29000 Tuxtla Gutiérrez, Chiapas
Teléfonos : (961) 602-89-80; 602-89-81; Lada sin costo: 01 800 55 282 42
presidencia@cedh-chiapas.org

 

Lic. Juan José Trujillo Cruz. Inspector General
Centro Estatal de Reinserción Social de Sentenciados No. 5 San Cristóbal de las Casas
Carretera San Cristóbal – Ocosingo km. 20.5, Chilil San Cristóbal de las Casas, Chiapas.
Conmutador: (967) 67 4 30 24 y 67 4 30 29 Fax: (967) 67 4 30 23
Correo: fax_cerss5@ceresos.chiapas.gob.mx

 

Lic. Francisco Miguel Ángel Ortiz Avendano. Inspector General
Centro Estatal de Reinserción Social de Sentenciados No, 10 Comitán de Domínguez
Domicilio conocido, Colonia Guadalupe Chichima, C.O. 30098, Comitán de Domínguez, Chiapas.
Conmutador: (01) 963 63 26005
Correo: fax_cerss10@ceresos.chiapas.gob.mx

 

C. Pascual Martínez Cervantes. Inspector General
Centro Estatal de Reinserción Social de Sentenciados No. 14 El Amate, Cintalapa
Carretera Panamericana Km.1063, Ejido Lázaro Cárdenas C.P. 30410 Cintalapa, Chiapas.
Conmutador: 01 968 364 61 58 Teléfono: 01 968 364 60 40 Fax: 01 968 364 61 59
Correo: fax_cerss14@ceresos.chiapas.gob..mx

 

San Cristóbal de Las Casas, Chiapas, México
22 de marzo de 2019
Acción Urgente

CONVOCATORIA a Campaña Artísitica del GT Noestamostodxs, en SOLIDARIDAD con los compañeros presos en huelga de hambre.

 

22 de marzo de 2019
Grupo de Trabajo No Estamos Todxs

CONVOCATORIA A CAMPAÑA ARTÍSTICA EN SOLIDARIDAD CON NUESTROS COMPAÑEROS PRESOS EN HUELGA DE HAMBRE.

El pasado 15 de marzo del presente año 6 compañeros en diferentes penales del estado decidieron emprender una huelga de hambre indefinida en exigencia por su libertad, posteriormente siete compañeros más secundaron esta huelga indefinida. A día de hoy ya son 20 los compañeros que están en esta acción ya sea en ayuno total o con otras formas de expresión de resistencia y lucha por su libertad.

Nuestros compañeros se encuentran enfrentado un proceso de lucha que tiene que ver con sus cuerpos, con la resistencia desde la trinchera de lucha más elemental; su vida.

Nosotras y nosotros queremos hacer una llamado, o una convocatoria, o cada quien le ponga el nombre que considere a este llamado a la solidaridad con nuestros compañeros.

Un llamado a todas y todos aquellos que miran de frente al enemigo y lo nombran en forma de cuento, de poesía o de relato.
A aquellas que no bajan la mirada y lo dibujan, lo hacen cartel, pegote, calca o stickers. A los y las que no callan la voz y lo nombran en forma de canciones.

Abrimos una convocatoria desde el día de hoy, y hasta el próximo 20 de Abril para que nos hagan llegar su abrazo, es decir su mensaje y con ello podamos visibilizar la lucha de nuestros compañeros y dinamitar los muros que de ellos nos separan.

Convocamos a todas y todos a hacer uso de la más letal de nuestras armas, la solidaridad y el apoyo mutuo contra la bestia del encierro y la crueldad del silencio.

Todo el material se irá difundiendo dentro de la campaña por la libertad de nuestros compañeros y formará parte de la exigencia pública por su libertad.

Los materiales se estarán recibiendo en: noestamostodxs@riseup.net

Para información:

GRUPO DE TRABAJO NO ESTAMOS TODXS
http://www.noestamostodxs.tk
Fb: @GTNoEstamosTodxs

Solicitamos que el material gráfico pueda ser enviado con las siguientes características:

-Formato: png, jpg, tiff, pdf.
-Resolución mínima: 300 dpi o vectores.

Hasta que todas seamos libres!
Hasta que todos seamos libres!

Grupo de Trabajo No Estamos Todxs

ATENTADO EN LA CASCADA TRAYEN KO NEWEN DENUNCIA PÚBLICA

Lof Che Pu Huayteka, 20 de enero de 2019
ATENTADO EN LA CASCADA TRAYEN KO NEWEN
DENUNCIA PÚBLICA
La Comunidad Mapuche Las huaytekas denuncia públicamente que en horas de la madrugada del
20 de enero fue incendiado el SUM de la Cascada Trayen Ko Newen , conocida como cascada la
virgen en el paraje Los Repollos.
El predio vecinal, administrado por el Municipio de El Bolsón en convenio con La Comunidad
Mapuche Las Huaytekas, sufrió daños totales, producto del atentado incendiario. No se lamentan
víctimas porque en el momento del ataque no se encontraban moradores.
El puesto de informes no fue afectado por el fuego pero hay evidencias que fue rociado con algún
combustible lo que demuestra que se trató de una acción intencional.
No es la primera vez que esta comunidad sufre este tipo de hostigamiento. De hecho , el año
pasado, en esta misma época fue incendiada una vivienda particular de una familia de la lof.
Esta modalidad criminal tiene como fin amedrentar a sus miembros pero lejos de cumplir sus
propósitos, fortalece la resistencia y unidad de sus integrantes.
La pertenencia al TERRITORIO no va ser borrada por el fuego, la Lucha Mapuche no se asusta ni
se resigna.
MARICHI WEU, MARICHI WEU!

SEJAMOS O COMBUSTÍVEL QUE INCENDEIA A REBELIÃO: CONSTRUIR A VIA POPULAR E REVOLUCIONÁRIA EM GOIÁS .

SEJAMOS O COMBUSTÍVEL QUE INCENDEIA A REBELIÃO: CONSTRUIR A VIA POPULAR E REVOLUCIONÁRIA EM GOIÁS.

per federacaoautonoma

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Carta de filiação da Federação Autônoma dos Trabalhadores (FAT) à Federação das Organizações Sindicalistas Revolucionárias do Brasil (FOB).

A Federação Autônoma dos Trabalhadores (FAT) é uma iniciativa popular de união dos trabalhadores de Goiás, com atual inserção entre os catadores de recicláveis, garçons, desempregados, estudantes, vendedores ambulantes e trabalhadores da educação. A FAT surge em 2017, reunindo indivíduos e grupos que atuavam em diversas frentes e participaram de revoltas populares nos últimos anos. Desde a sua criação a FAT apoia e age em várias lutas gerais, entre elas o direito ao trabalho, moradia, transporte, melhorias nos postos de saúde, hospitais, escolas e universidades, e combate a violência policial.

A FAT surge a partir de demandas históricas da classe trabalhadora, observando a necessidade de romper com as tendências reformistas que atravancam as lutas populares em um cenário de intensificação das políticas antipovo. Ou seja, um enfrentamento contra o Estado e o Capital, ao passo que confronta a capitulação, imobilismo, burocracia, legalismo, corporativismo e a tutela dos setores reformistas nos movimentos populares. Um duplo combate, mas que são fundamentais e indissociáveis.

Compreendendo a dimensão das tarefas que estão diante dos trabalhadores, torna-se necessário potencializar as lutas locais contra o desemprego, o arrocho salarial, a perda de direitos trabalhistas e previdenciários. Garantir condições dignas de vida com comida na mesa do trabalhador, educação, saúde e transporte de qualidade, saneamento básico e moradia. E avançar no combate a brutalidade policial e a violência praticada contra mulheres, negros, LGBTs, indígenas e população periférica. Somando-se a isso é fundamental converter a resistência cotidiana em organizações populares de caráter independente e classista nos locais de trabalho, moradia e estudo, transformando a indignação em revolta constante.

Para além de multiplicar as revoltas é possível intensificá-las por meio da articulação das ações locais através de um programa político global, potencializando os interesses populares numa perspectiva revolucionária. Só assim, agindo localmente e pensando globalmente é possível solidificar a resistência e transformá-la em um (contra)poder capaz de barrar as medidas antipopulares. Esse trabalho materializa-se na (re)construção do Sindicalismo Revolucionário no Brasil.

Sendo assim, existem aproximações programáticas entre a FAT e a FOB, e a última configura-se como a alternativa real de construção da via popular em nível nacional, resgatando a tradição classista e combativa de tipo Sindicalista Revolucionária. Sem divisionismos estéreis, respeitando a pluralidade e cientes que as tarefas e os desafios são gigantescos, nos somamos a FOB. Sem espaço para desvios e inanição. Que juntos sejamos o combustível que incendeia a rebelião!

Federação Autônoma dos Trabalhadores (FAT).

Goiás, Janeiro de 2019


federacaoautonoma | 16 de gener de 2019 a les 16:11 | Categories: Sem categoria | URL: https://wp.me/p9dzao-3G

federacaoautonoma posted: ” Carta de filiação da Federação Autônoma dos Trabalhadores (FAT) à Federação das Organizações Sindicalistas Revolucionárias do Brasil (FOB). A Federação Autônoma dos Trabalhadores (FAT) é uma iniciativa popular de união dos trabalhadores de Goiá”

Comunicado del CNI -CIG del 4 de enero 2019

http://enlacezapatista.ezln.org.mx/2019/01/04/comunicado-del-congreso-nacional-indigena-y-el-concejo-indigena-de-gobierno-por-el-25-aniversario-del-levantamiento-armado-del-ejercito-zapatista-de-liberacion-nacional/

Ciprinao Hernández Martinez (León Chávez Teixero)

Cipriano Hernández Martínez
Se volvió a levantar
Dizque se desayunó
y se fue a trabajar
Cuando llego al lugar
le pidió a su patrón
Que le aumentara el jornal
Su patrón se le negó:
Las cosas andan muy mal
Cipriano Hernández Martínez
te aumentaré tu jornal
Si me señalas muy bien,
si me señalas muy bien
quién me va a alborotar (x2)

Cipriano Hernández Martínez
se volvió a levantar
dizque se desayuno
y se fue a trabajar
Cuando llegó al lugar
se encontró a Juvenal
Juvenal era un hombre, un hombre muy cabal
Cipriano Hernández Martínez,
le gritaba Juvenal:
Únete al movimiento,
la huelga ya va a empezar
Únete al movimiento,
la huelga ya va a empezar
Cipriano Hernández Martínez
le replicó a Juvenal:
Las huelgas no dejan nada,
las huelgas no dejan nada
Siempre, que llego a mi casa,
encuentro bocas qué llenar

Cipriano Hernández Martínez,
cuándo podrás entender,
que lo que tiene el patrón
más la limosna que da,
lo fabricamos los hombres que te invitan a luchar

Cipriano Hernández Martínez
se largó a emborrachar,
a visitar al patrón
a acusar a juvenal,
y le pegó a su mujer,
y a sus hijos traicionó,
y le pegó a su mujer,
y a sus hijos traicionó

Cipriano Hernández Martínez le tenía miedo
a su patrón
Cipriano Hernández Martínez había vendido
su valor

Cipriano Hernández Martínez se volvió a levantar
dizque se desayunó
y se fue a trabajar
Cuando llegó al lugar,
los soldados se llevaban al valiente Juvenal
los soldados se llevaban al valiente Juvenal

Cipriano Hernández Martínez le gritó a Juvenal:
Las huelgas no dejan nada, ahora te van a matar, las huelgas no dejan nada, ahora te van a matar

Juvenal era un hombre, era un hombre muy cabal

Me van a morir,
jamás nos matarán
Me van a morir,
jamás nos matarán
Tomado de AlbumCancionYLetra.com
Vamos vamos vamos vamos, a regresar!
Vamos vamos vamos vamos, a regresar!

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Llamado a la acción por la Campaña Diego Lopez Mendez LIBRE! | Grupo de Trabajo “No estamos todxs”

Origen: Llamado a la acción por la Campaña Diego Lopez Mendez LIBRE! | Grupo de Trabajo “No estamos todxs”

 

Compañeras y compañeros de México y del mundo entramos en una segunda fase de la campaña para exigir la libertad de nuestro compañero Diego López Méndez, para que deje de ser un rehén más del Estado mexicano y de su supuesto sistema de justicia. Para ello les pedimos en la media de sus posibilidades sumarse a esta campaña.

Nuestra propuesta es concreta y es sacarse una foto con el cartel que es parte de la campaña para exigir la libertad de nuestro compa Diego. El cartel se puede descargar en este enlace para que puedan invitar a compañerxs de sus distintos colectivos, organizaciones o individuxs que comparten un corazón que late abajo y a la izquierda a sumarse a esta campaña. Las fotos se recibirán en el siguiente correo: noestamostodxs@riseup.net, con fecha límite el 30 de noviembre. El objetivo en este punto de la campaña es visibilizar su caso.

Recordamos que nuestro compa Diego es uno más de los miles de presxs que quedan atrapadxs en la espiral burocrática del lucrativo sistema penitenciario mexicano. Donde el racismo, el clasicismo, el patriarcado y la xenofobia se hacen presentes en cada uno de los casos que este supuesto sistema de justicia pretende resolver, siendo la tortura psicológica y física el mecanismo predilecto para que quien es acusadx de un delito acabe autoinculpandose. En palabras de nuestro compa Diego “Hago esta denuncia pública en contra de los torturadores que lo castiguen por que no es justo que nos torturan, por que los que realmente son delincuente nunca entran en la reja siempre andan a fuera, en cambio nosotros como gente indígena por no saber defendernos estamos privado nuestras libertades, y el mismo tiempo exijo al gobernador electo Rutilio Escandon a que lo vea nuestras libertades…” les agradecemos de antemano su atención su participación en la campaña y les pedimos que estén atentxs de los avances en el caso de nuestro compa Diego.

Grupo de Trabajo No Estamos Todxs.

Democracia tutelada por el neoliberalismo

Babel

Democracia tutelada por el neoliberalismo

Javier Hernández Alpízar

Cuando varios países del Cono Sur transitaron (para usar el lenguaje consagrado por academia y medios) de las dictaduras militares (impuestas por sus oligarquías y Washington para implementar sin trabas, por primera vez en el planeta, las políticas económicas neoliberales[1]) a las democracias (en su sentido “procedimental”, partidos y elecciones), en algunos casos, como el chileno, se hablaba de democracias “tuteladas”, porque habían dejado Constituciones y elementos estructurales del Estado que impidieran tanto juzgar a los militares y dictadores como desmantelar el neoliberalismo. Los ciudadanos de esos países han tenido que seguir luchando contra las viejas estructuras de las dictaduras y el neoliberalismo para poder acercarse a una democracia que sí tenga adjetivos (aunque le pese a Enrique Krauze) como democracia económica y democracia social.

En el caso de las transiciones o meras alternancias de partidos de derecha (neoliberales)…

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#Stockholm – International Call: Strike back! – Enough is Enough!

Stockholm: International call for mass actions which will be organized as a “five finger” action with different blocs and tactics.

Origen: #Stockholm – International Call: Strike back! – Enough is Enough!

Stockholm August 25, 2018: International call for mass actions which will be organized as a “five finger” action with different blocs as well as smaller groups each acting in solidarity but with different targets and topics. We encourage people to come and help us shut down Stockholm and to act together but with a diversity of tactics.

Originally published by Strike back- försvara strejkrätten Facebook event page.

Note: Enough is Enough is not organizing any of these events, we are publishing this text for people across the US and Europe to be able to see what is going on and for documentation only.

Stockholm – International Call: Strike back!

In Sweden the Social Democratic government has launched an investigation that will conclude in mid-June to limit the right to strike. The head of the “Pappers” union has called the investigations proposals, which has leaked to some extent, a “custom ordered by the Swedish Confederation of Employers.” We have seen similar developments in other EU countries such as Spain or France. This is not a coincidence but a part of a concerted push to roll back workers rights across the continent and across the world. What happens with workers in one place affects workers globally. That is why this is important.

We want to put an end to this attack on the right to strike. The proposal, while unfinished, basically comes down to the fact that if a union has a collective bargaining agreement, which already in itself takes away the right to strike, then this ban on striking will extend to all other unions in the workplace.

In order to understand why this is a massive problem we have to take a step back and look at the broader context of the Swedish labor market which has a relative high level of unionization in most sectors, dominated by unions controlled by the Swedish Trade Union Confederacy, LO which organizes around a million blue collar workers in Sweden. This union is heavily centralized and utterly controlled by the Social Democrats. Through this control Sweden has very few strikes, particularly during Social Democratic governments, and now we are at a record low number of strikes– which makes a limitation to striking is even more absurd.

There are, however, occasional labor struggles which to a great degree happen by free unions that have, typically for radical political reasons, stood outside LO. These unions, such as the Swedish Dock Workers Union or the anarcho-syndicalist SAC Syndikalisterna, are examples of free, radical union work. With this law they will be destroyed.

SAC is typically a minority union in every workplace it exists, but it tops the list of strikes and strike days every year in Sweden. It is used as a tool for precarious workers and radicals wanting to push for change and workplace militancy and has been a staple of the radical left in Sweden since it was founded in 1908. It politically opposes collective bargaining agreements since these in Sweden always include the clause that the employer has the right to lead and distribute work as the employer sees fit, a clause that is the cornerstone of class compromise in the country and fully embraced by LO. Since it signs no agreements SAC will be bound by other unions signing agreements with an employer, thus also banning strikes for members of SAC.

The Swedish Dockworkers Union is on the other hand a majority union in Gothenburg harbor with 80% of all workers there belonging to them. The employers, actually the Danish Maersk shipping company, have been attacking them heavily over the last years and is trying to destroy their union in a development very similar to one in Norway. This attack has resulted in months-long lockouts of workers, and a few hour-long strikes on various issues have been publicized by rabid right-wing press as reprehensible. This “conflict in the harbor” is what was the reason for the Social Democrats to propose this investigation to inhibit the right to strike, but it is a conflict by the employers against the workers and not even an attempt by workers to move their positions forward! Now, the LO union has formed a collective bargaining agreement with the employers in the harbor while they are a minority union and has locked out the Dock Workers from all influence which has led to a number of injuries. If this proposal is made into law then a minority union which has cozied up to the employers and made a collective bargaining agreement will be able to ban strikes by the majority union at a workplace as well!

There are further ugly developments in this story as well. The author of the report was overheard on the metro in Stockholm saying that the Dockworkers in Gothenburg “just wanted to cause trouble” and the minister of finance, Ylva Johansson, has already said that the right to strike should be limited.

We will, of course, not let this pass. We are not happy with the situation as it is but this attack will not just harm workers ability to struggle in Sweden but be a part of neoliberal attacks on the working class in Europe and the world. They can try to limit our power in the workplace, but we will show them that we can bring the strike to the streets. Thus, we will launch a huge mass action on August 25th in Stockholm and shut down capitalist interests and political groups that attack our right as workers to organize and struggle.

This mass action will be organized as a “five finger” action with different blocs as well as smaller groups each acting in solidarity but with different targets and topics. We encourage people to come and help us shut down Stockholm and to act together but with a diversity of tactics. Our action is just two weeks before the election and we will force this issue on the attack of the rights of workers into the public sphere. Our aim, of course, is not just to save the shitty class compromise of Sweden but to defend workers rights everywhere and to create a fighting movement where we not just defend the rights we have fought and died for during history but push forward to win new victories and create working class power in the streets and in the workplaces.

Join us in Stockholm 25/8 (August 25, 2018)

Strike back – försvara strejkrätten

We have formed the Autonomous Revolutionary Nordic Alliance!

Origen: We have formed the Autonomous Revolutionary Nordic Alliance!

 

Alongside groups from all over the Nordic countries we have formed the Autonomous Revolutionary Nordic Alliance (ARNA)! Go check out the website at https://infoarna.org for a comprehensive overview.

Who are we?

We are a network of anti-capitalist, feminist and antifascist groups from the Nordic countries, wishing to organize a strong Nordic participation in the protest against the G20 summit in July. Read more about our political views in the political platform below.

The alliance has been formed in anticipation of the G20-meeting in Hamburg but our ambition moves far beyond this: we hope to create a lasting network for joint action, logistics and political discussion. Our internationalist ambition means that we move beyond borders in our activism to create a joint resistance against state, patriarchy and capitalism.

We want a society without classes and and without states

Our political ambitions are guided by the same goal: that we want to liberate humanity and create a free association of everyone for everyone. By necessity this means the end of reckless exploitation of nature, an end to war and an end to nation-states.

We are revolutionaries

Class society is a murderous creature, all historical progress in it has been combated through violent resistance from the system itself. We know that we need a revolution in order to overthrow capitalism and usher in a new world.

We are against parliamentary politics

Bourgeoisie parliaments are the administration of the capitalist system, a system which necessarily changes the most hardened revolutionary who goes into parliaments into a bureaucrat for the upholding of class society.

We are against reformism

Reformism is always intrinsically linked with parliamentary politics and class society, it divides movements and leads them away from being able to smash capitalism and instead strengthens it. We are opposed to all groups, movements and tendencies which strike deals with our class enemies and which for this cause attempts to represent and reign in radical movements.

We are feminists

Patriarchal domination exists on every level of our society. We combat sexist tendencies both in the streets and inside of the revolutionary movement itself. Fighting the lack of access to power and resources which women and non-binary individuals suffer is at the forefront of any anticapitalist development, there is no revolutionary struggle without a feminist struggle.

We are antifascists

Our society is built on a global division of labor and exploitation. Tens of thousands are left to suffer and die due to the politics of the European countries. Fascist mobilizations and reactionary groups try to whip up racist antagonisms which hide the true conflicts in society, those between the global working class and the owning class. Thus we develop antifascist and antiracist strategies and practices in all sectors of life.

We are in solidarity with each other

Solidarity is not just a slogan for us but a way of life and an absolute necessity. Solidarity means to organise to support each other in order to form true collectivity, beyond national borders and against the attempts of the state and capital to divide us. Solidarity is our weapon.

Pronunciamiento de la Comisión Jurídica para el Gobierno Comunitario del Municipio de Chilón ante la sentencia dictada por el Tribunal Electoral de Chiapas (TECH) | MODEVITE

La Comisión para el Gobierno Comunitario del Municipio de Chilón, representa la voluntad de más de 400 comunidades Tseltales que buscan renovar el sistema político a través del ejercicio del derech…

Origen: Pronunciamiento de la Comisión Jurídica para el Gobierno Comunitario del Municipio de Chilón ante la sentencia dictada por el Tribunal Electoral de Chiapas (TECH) | MODEVITE

Strike To Win: How the West Virginia Teacher Strike Was Won – Enough is Enough!

Strike To Win: How the West Virginia Teacher Strike Was Won

Origen: Strike To Win: How the West Virginia Teacher Strike Was Won – Enough is Enough!

» “Sin Mujeres no hay Revolución” Documental sobre el Primer Encuentro Internacional de Mujeres que Luchan

Somos el Medio

Origen: » “Sin Mujeres no hay Revolución” Documental sobre el Primer Encuentro Internacional de Mujeres que Luchan

Palabra de las mujeres zapatistas en la Clausura del 1r encuentro internacional de mujeres que luchan

PALABRAS DE LAS MUJERES ZAPATISTAS EN LA CLAUSURA DEL PRIMER ENCUENTRO INTERNACIONAL, POLÍTICO. ARTÍSTICO, DEPORTIVO Y CULTURAL DE MUJERES QUE LUCHAN EN EL CARACOL ZAPATISTA DE LA ZONA TZOTZ CHOJ.

10 DE MARZO DEL 2018.

TODAS MUJERES, TODAS INDÍGENAS, TODAS POBRES, TODAS ZAPATISTAS QUE TE ABRACEN FUERTE, PORQUE ES EL ÚNICO REGALO QUE PODEMOS DARTE DE VUELTA.

PERO COMO QUIERA HAS DE CUENTA, HERMANA Y COMPAÑERA, QUE ESTO QUE ESTAMOS DICIENDO AQUÍ, TE LO ESTÁ DICIENDO UNA MUJER ZAPATISTA MIENTRAS TE DA UN ABRAZO Y TE DICE AL OÍDO, EN TU LENGUA, EN TU MODO, EN TU TIEMPO:

“NO TE RINDAS, NO TE VENDAS, NO CLAUDIQUES”

QUE ASÍ, CON ESTAS PALABRAS ES QUE TE DECIMOS

“GRACIAS HERMANA. GRACIAS COMPAÑERA”.

HERMANAS Y COMPAÑERAS:

ESTE DÍA 8 DE MARZO, AL FINAL DE NUESTRA PARTICIPACIÓN, ENCENDIMOS UNA PEQUEÑA LUZ CADA UNA DE NOSOTRAS.

LA ENCENDIMOS CON UNA VELA PARA QUE TARDA, PORQUE CON CERILLO RÁPIDO SE ACABA Y CON ENCENDEDOR PUES QUÉ TAL QUE SE DESCOMPONE.

ESA PEQUEÑA LUZ ES PARA TI.

LLÉVALA, HERMANA Y COMPAÑERA.

CUANDO TE SIENTAS SOLA.

CUANDO TENGAS MIEDO.

CUANDO SIENTAS QUE ES MUY DURA LA LUCHA, O SEA LA VIDA,

PRÉNDELA DE NUEVO EN TU CORAZÓN, EN TU PENSAMIENTO, EN TUS TRIPAS.

Y NO LA QUEDES, COMPAÑERA Y HERMANA.

LLÉVALA A LAS DESAPARECIDAS.

LLÉVALA A LAS ASESINADAS.

LLÉVALA A LAS PRESAS.

LLÉVALA A LAS VIOLADAS.

LLÉVALA A LAS GOLPEADAS.

LLÉVALA A LAS ACOSADAS.

LLÉVALA A LAS VIOLENTADAS DE TODAS LAS FORMAS.

LLÉVALA A LAS MIGRANTES.

LLÉVALA A LAS EXPLOTADAS.

LLÉVALA A LAS MUERTAS.

LLÉVALA Y DILE A TODAS Y CADA UNA DE ELLAS QUE NO ESTÁ SOLA, QUE VAS A LUCHAR POR ELLA.

QUE VAS A LUCHAR POR LA VERDAD Y LA JUSTICIA QUE MERECE SU DOLOR.

QUE VAS A LUCHAR PORQUE EL DOLOR QUE CARGA NO SE VUELVA A REPETIR EN OTRA MUJER EN CUALQUIER MUNDO.

LLÉVALA Y CONVIÉRTELA EN RABIA, EN CORAJE, EN DECISIÓN.

LLÉVALA Y JÚNTALA CON OTRAS LUCES.

LLÉVALA Y, TAL VEZ, LUEGO LLEGUE EN TU PENSAMIENTO QUE NO HABRÁ NI VERDAD, NI JUSTICIA, NI LIBERTAD EN EL SISTEMA CAPITALISTA PATRIARCAL.

ENTONCES TAL VEZ NOS VAMOS A VOLVER A VER PARA PRENDERLE FUEGO AL SISTEMA.

Y TAL VEZ VAS A ESTAR JUNTO A NOSOTRAS CUIDANDO QUE NADIE APAGUE ESE FUEGO HASTA QUE NO QUEDEN MÁS QUE CENIZAS.

Y ENTONCES, HERMANA Y COMPAÑERA, ESE DÍA QUE SERÁ NOCHE, TAL VEZ PODREMOS DECIR CONTIGO:

“BUENO, PUES AHORA SÍ VAMOS A EMPEZAR A CONSTRUIR EL MUNDO QUE MERECEMOS Y NECESITAMOS”.

Y ENTONCES SÍ, TAL VEZ, ENTENDEREMOS QUE EMPIEZA LA VERDADERA CHINGA Y QUE AHORITA COMO QUIEN DICE QUE ESTAMOS PRACTICANDO, ENTRENANDO PUES, PARA YA ESTAR SABEDORAS DE LO MÁS IMPORTANTE QUE SE NECESITA.

Y ESO QUE SE NECESITA ES QUE NUNCA MÁS NINGUNA MUJER, DEL MUNDO QUE SEA, DEL COLOR QUE SEA, DEL TAMAÑO QUE SEA, DE LA EDAD QUE SEA, DE LA LENGUA QUE SEA, DE LA CULTURA QUE SEA, TENGA MIEDO.

PORQUE ACÁ SABEMOS BIEN QUE CUANDO SE DICE “¡YA BASTA!” ES QUE APENAS EMPIEZA EL CAMINO Y QUE SIEMPRE FALTA LO QUE FALTA.

HERMANAS Y COMPAÑERAS:

AQUÍ, DELANTE DE TODAS LAS QUE SOMOS AQUÍ Y LAS QUE NO ESTÁN PERO ESTÁN CON EL CORAZÓN Y EL PENSAMIENTO, LES PROPONEMOS QUE ACORDEMOS SEGUIR VIVAS Y SEGUIR LUCHANDO, CADA QUIEN SEGÚN SU MODO, SU TIEMPO Y SU MUNDO.

¿ESTÁN DE ACUERDO?

BUENO, CUANDO HACEMOS ESTE ESCRITO NO LO SABEMOS SI RESPONDEN SÍ O NO, PERO PASO A LA SIGUIENTE PROPUESTA:

COMO YA LO VIMOS Y ESCUCHAMOS QUE NO TODAS ESTÁN CONTRA EL SISTEMA CAPITALISTA PATRIARCAL, PUES RESPETAMOS ESO Y ENTONCES PROPONEMOS QUE LO ESTUDIEMOS Y LO DISCUTAMOS EN NUESTROS COLECTIVOS SI ES QUE ES CIERTO QUE EL SISTEMA QUE NOS IMPONEN ES EL RESPONSABLE DE NUESTROS DOLORES.

SI ES QUE SALE QUE SÍ ES CIERTO, PUES ENTONCES, HERMANAS Y COMPAÑERAS, SALDRÁ OTRO DÍA EL ACUERDO DE QUE LUCHAMOS CONTRA EL PATRIARCADO CAPITALISTA Y CONTRA CUALQUIER PATRIARCADO.

Y CLARO DECIMOS QUE CONTRA CUALQUIER PATRIARCADO, NO IMPORTA QUÉ IDEA TENGA, NO IMPORTA CUÁL SEA SU COLOR O SU BANDERA. PORQUE NOSOTRAS PENSAMOS QUE NO HAY PATRIARCADO BUENO Y PATRIARCADO MALO, SINO QUE SON LO MISMO CONTRA NOSOTRAS COMO MUJERES QUE SOMOS.

SI SALE QUE NO ES CIERTO, BUENO, COMO QUIERA NOS VAMOS A ESTAR VIENDO PARA LUCHAR POR LA VIDA DE TODAS LAS MUJERES Y POR SU LIBERTAD Y QUE YA CADA QUIEN, SEGÚN SU PENSAMIENTO Y LO QUE MIRA, PUES VA CONSTRUYENDO SU MUNDO COMO VEA MEJOR.

¿ESTÁN DE ACUERDO DE, EN SUS MUNDOS Y SEGÚN SUS MODOS Y TIEMPOS, ESTUDIAR, ANALIZAR, DISCUTIR Y, SI SE PUEDE, ACORDAR NOMBRAR QUIÉN O QUIÉNES SON LOS RESPONSABLES DE NUESTROS DOLORES QUE TENEMOS?

BUENO, IGUAL NO SABEMOS SI SÍ ES ACUERDO O NO, ENTONCES PASAMOS A LA SIGUIENTE PROPUESTA:

LES PROPONEMOS EL ACUERDO DE VOLVER A REUNIRNOS EN UN SEGUNDO ENCUENTRO EL PRÓXIMO AÑO, PERO NO NADA MÁS AQUÍ EN TIERRAS ZAPATISTAS, SINO QUE TAMBIÉN EN SUS MUNDOS DE CADA QUIEN, DE ACUERDO A SUS TIEMPOS Y MODOS.

O SEA QUE CADA QUIEN ORGANICE ENCUENTROS DE MUJERES QUE LUCHAN O COMO LE QUIERAN LLAMAR.

¿ESTÁN DE ACUERDO?

BUENO, NO SABEMOS TODAVÍA QUÉ RESPONDIERON, PERO COMO QUIERA AQUÍ SERÁN BIENVENIDAS, HERMANAS Y COMPAÑERAS.

PERO SÍ LES PEDIMOS QUE AVISEN CON TIEMPO PORQUE ESTÁ CABRÓN QUE NOS DICEN QUE VIENEN QUINIENTAS Y ES QUE SE LES PERDIÓ UN CERO EN EL CAMINO PORQUE LLEGAN CINCO MIL O MÁS.

Y VIERA QUE CUANDO VIENEN PUEDEN DECIR QUE EN SUS MUNDOS SE REUNIERON, DISCUTIERON Y ACORDARON LO QUE SEA QUE ACUERDEN.

O SEA QUE LLEGUEN MÁS GRANDES EN SU CORAZÓN, EN SU PENSAMIENTO Y EN SU LUCHA.

PERO COMO QUIERA SIEMPRE SERÁN BIENVENIDAS, MUJERES QUE LUCHAN.

GRACIAS POR ESCUCHARNOS.

AHORA VAMOS A CLAUSURAR FORMALMENTE.

TIENE LA PALABRA LA COMANDANTA MIRIAM:

BUENAS NOCHES COMPAÑERAS Y HERMANAS.

GRACIAS COMPAÑERAS, GRACIAS HERMANAS DE LOS PAÍSES DEL MUNDO Y DE MÉXICO QUE HICIERON EL ESFUERZO DE LLEGAR HASTA AQUÍ EN UN RINCONCITO DEL MUNDO.

ES ASÍ COMO HEMOS TERMINADO NUESTRO PRIMER ENCUENTRO INTERNACIONAL POLÍTICO, ARTÍSTICO, DEPORTIVO Y CULTURAL DE MUJERES QUE LUCHAN.

SIENDO A LAS 2036 HRS, HORA ZAPATISTA, DECLARO CLAUSURADO NUESTRO PRIMER ENCUENTRO.

CUÍDENSE Y QUE TENGAN BUEN VIAJE.

DESDE CARACOL 4 TORBELLINO DE NUESTRAS PALABRAS.

MORELIA, CHIAPAS, MÉXICO. MARZO 10 DE 2018.

Palabra de mujeres en la apertura del Primer Encuentro Internacional de Mujeres que Luchan

Palabras a nombre de las mujeres zapatistas al inicio del primer encuentro internacional, político, artístico, deportivo y cultural de mujeres que luchan:

“ACORDAMOS VIVIR, Y COMO PARA NOSOTRAS VIVIR ES LUCHAR, PUES ACORDAMOS LUCHAR CADA QUIEN SEGÚN SU MODO, SU LUGAR Y SU TIEMPO”

Nous sommes seuls légitimes à prendre en charge l’avenir de la ZAD

vendredi 9 mars 2018

Communiqué commun du mouvement – 8 mars 2018

Le mouvement contre l’aéroport et pour un avenir commun dans le bocage revendique sa légitimité à prendre en charge le territoire de la ZAD

L’abandon du projet d’aéroport est l’aboutissement d’une longue lutte soutenue activement par des dizaines de milliers de personnes. Le mouvement contre l’aéroport et pour un avenir commun dans le bocage est seul en mesure aujourd’hui de mettre en œuvre un projet cohérent pour ce territoire articulant la pérennisation des habitats, l’impulsion d’une dynamique agricole inédite et le soin apporté aux questions environnementales. Lui seul peut, pour reprendre les mots de la mission de médiation, porter un « terrain d’expérimentation de pratiques » dans un projet « spécifique, à fort enjeu », avec « un caractère très novateur ».

Depuis plusieurs mois, « l’Assemblée des Usages » rassemble le mouvement autour de la question de la prise en charge du territoire par celles et ceux qui l’ont sauvé de la destruction programmée. Elle a mandaté une délégation commune pour porter ce projet auprès des institutions. Le 28 février cette délégation était reçue en préfecture. Mais loin de marquer l’ouverture d’une négociation apaisée avec l’État, ce rendez-vous semble plutôt le début d’un long bras de fer sur l’avenir de la ZAD. La feuille de route ministérielle que la préfète est en charge d’appliquer est en effet loin de nos attentes :

- La menace d’une opération d’expulsion au terme de la trêve hivernale est fermement maintenue. Alors même que la plupart des lieux de la ZAD ne sont pas légalement expulsables, nous réaffirmons que toute tentative d’expulsion ferait l’objet d’une réaction forte et immédiate de l’ensemble du mouvement.

- Le gouvernement ne voudrait pas d’une « solution type Larzac » et s’opposerait à « tout transfert massif de terres » vers une entité commune du mouvement. En proposant la signature individuelle de Conventions d’Occupation Précaire, il y a clairement volonté de morceler l’usage du territoire et le mouvement. Nous maintenons que c’est bien le mouvement qui a légitimité à prendre en charge ces terres d’une manière commune et cohérente.

- La préfecture crée un comité de pilotage sur les seuls enjeux agricoles de la ZAD sous l’égide de la DDTM, regroupant des organisations officielles agricoles, les élus des territoires concernés et quelques associations triées sur le volet. Nous soutenons que l’avenir de ce territoire ne peut être abordé que dans sa globalité, sûrement pas en sectorisant les enjeux. Et qu’on ne fera croire à personne que la chambre d’agriculture tiendra réellement compte des problématiques environnementales.

Nous réclamons donc l’ouverture rapide d’un vrai dialogue entre les représentants de l’État et notre délégation commune, pour lancer la mise en œuvre du projet, sur la base de nos propositions, seule façon de préparer un avenir serein sur le territoire de la ZAD. La première phase, qui suppose qu’il n’y ait pas d’expulsions, étant le gel de l’attribution conventionnelle de l’usage des terres pour 3 ans, et l’attribution du pilotage du territoire à l’entité représentative du mouvement. Pilotage que nous souhaitons en concertation avec l’ensemble des institutions concernées.

Les trente mille personnes présentes le 10 février dernier pour enraciner l’avenir de la ZAD, ainsi que de nombreuses organisations nationales, ont clairement exprimé leur engagement à défendre cette vision. Nous continuerons à construire et à déployer de nouvelles installations agricoles et de nouvelles activités sur les terres de la ZAD.

L’Assemblée du 6 mars et la délégation commune constituée de membres de l’ADECA, l’ACIPA, COPAIN 44, la Coordination des opposants, le CéDpa, les Naturalistes en lutte et des habitant-e-s de la ZAD.

texto original: https://zad.nadir.org/spip.php?article5222

Expo Revista Alfalfa divendres 16 de Març

Exposició a l’Ateneu sobre la Revista Alfalfa. Inauguració-Col·loqui

divendres 16 de Març a les 19 h. La primera revista ecologista de l'Estat deprés de la mort de Franco Salut i Anarquía!

Detenido el Secretario General de la CGT de Catalunya, Ermengol Gassiot | Rojo y Negro

http://rojoynegro.info/articulo/agitaci%C3%B3n/detenido-el-secretario-general-la-cgt-catalunya-ermengol-gassiot

Silvia Federici sobre huelga internacional de mujeres: ‘Sería una pena si vamos a la calle todas contentas y después regresamos a casa’

Desde que la conocemos, las conversaciones con Silvia han sido siempre muy fértiles. No solo por su lucidez y agudeza teórico-política, sino también por su generosidad infinita en el relato de su experiencia, en esa búsqueda de coherencia entre lo que se hace y se piensa. En la previa del 8 de (…)

Origen: Silvia Federici sobre huelga internacional de mujeres: ‘Sería una pena si vamos a la calle todas contentas y después regresamos a casa’

Una llamada a la solidaridad: ¡Defendamos Afrin! ¡Defendamos a la humanidad!

Rojava Azadî

Autor: Dilan Dirik

Fuente: ROAR MAGAZINE

Fecha: 24/1/2018

Traducido por Rojava Azadi

London-Afrin-demo-braker

Activistas kurdos demuestran en solidaridad con Afrin en Londres. Foto: Kurdistan Solidarity Campaign
Fotos por Kurdistan Solidarity Campaign

En la batalla por Afrin, vemos las dimensiones universales de las luchas populares contra el fascismo, la dictadura y la muerte, y por la democracia, la libertad y la justicia.

Mientras escribo, el ejército turco está inmerso en una invasión transfronteriza ilegal de la región sirio-kurda de Afrin. Afirmando luchar contra “terroristas”, el Estado turco -un candidato a miembro de la UE, aliado de Occidente y el segundo ejército mayor de la OTAN- ha perpetrado un acto de agresión contra las mismas personas que ganaron el respeto del mundo por derrotar a ISIS con sus valientes sacrificios y resistencia histórica.

La campaña militar incluye tropas pro-Erdogan del Ejército Libre Sirio (FSA) y representa una amenaza para 800.000 civiles, la mitad…

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The Alligator and the Auto Worker

If the UAW hoped that in exchange for backing productivity increases and partnership it would be welcomed with open arms, it was sadly mistaken. Photo: Jim West

Income inequality is higher today than any time since the Great Depression. One reason why is the widening gap between pay and productivity—a graph that resembles an alligator’s mouth.

Rising productivity is due to more than just robots. Work has intensified through lean production, where fewer workers are pushed to perform more work in shorter times. Workers are electronically monitored so that companies can squeeze maximum profit from every second.

Since 1973, while productivity has climbed, wages have remained stagnant. Hard work does not pay—at least, it doesn’t pay the people who do the work. We are working harder and producing more than ever before, yet the value is going to employers.

Unions should be confronting this exploitation. Instead, the Auto Workers (UAW) signed on to collaborate with it, in a move that reflects the union’s weakness and contributes to its downward spiral.


Since 1973, while productivity has climbed, wages have remained stagnant.

UNION MADE NICE

The UAW, whose contracts once set the national standard for blue collar workers, lost two-thirds of its members in four decades, dropping from 1.5 million in 1979 to about 400,000 today.

In that time, the union oversaw the erosion of industry standards. It accepted concessions as the Big Three automakers came under competitive pressure from an influx of nonunion, foreign-owned auto manufacturers.

Bob King, then the UAW’s president, told members at a conference in 2011 that “if we don’t organize these transnationals, I don’t think there’s a long-term future for the UAW.”

Hoping to protect what remained, the union planned to spend millions of dollars on a multi-year campaign to organize the South. It set its sights on Volkswagen in Tennessee, Mercedes-Benz in Alabama, Nissan in Mississippi, and BMW in South Carolina.

But right out of the garage the union was preaching partnership with the employer. According to its “Principles for Fair Union Elections,” a document that King crafted in hopes of wooing management at the transplants, the union “committed to innovation, flexibility, lean manufacturing, world best quality and continuous cost improvement.”

In other words, rather than slamming the alligator’s mouth shut, the union promised to work with the employer to prop it open even wider.

EMPLOYERS DIDN’T BITE

Putting millions of dollars into organizing the South is the kind of bold vision that labor needs. But if the UAW hoped that in exchange for backing productivity increases and partnership it would be welcomed with open arms, it was sadly mistaken.

Instead, the union met predictable hostility from employers. Nissan fought tooth and nail. And at Volkswagen, when just a small unit of skilled-trades workers won a union vote, the company refused to bargain.

Meanwhile the UAW’s strategy of kissing up to exploitative employers backfired, leaving pro-union workers like Wayne Cliett disillusioned.

Workers do not join unions to partner with management. They join because there are serious problems on the job that they want to fix—problems like speedup and surveillance—and because they believe a union can help. In the best campaigns, workers build that confidence through collective action on the job, but that isn’t part of the UAW playbook.

It’s a vicious cycle. Due to pressures from nonunion competitors, the union accepts concessions at the Big Three. Then nonunion employers point to those concessions as evidence the union has no power. Why would you risk your job to join a union that can’t or won’t stand up to the boss?

So the UAW has to organize the South in order to hold its ground at the Big Three—but it also has to hold its ground at the Big Three in order to organize the South. Unfortunately, it has not been able to do either.

Colonialismo español…marruecos…Rif

Ali Lmrabet es una de las voces más críticas contra el régimen de Mohamed VI, diplomático, periodista, escritor y profesor, nació en Tetuán en 1959, pionero en el campo de la prensa libre en Marruecos, su actividad y sus opiniones fueron motivos por los que sería represaliado. Objetivo de la censura y la presión de los poderes, el cierre de tres revistas, ataques a su familia e […]

a través de “Es el colonialismo español el que permitió que el régimen marroquí tomara posesión formal del Rif” — Ymouled

SOLIDARIDAD con la fabrica recuperada y autogestionada VIOME, Salónica -GRECIA

Queridas compañeras y compañeros:

Reciben un abrazo solidario desde Grecia.

Como Uds. conocen, los trabajadores de VIOME, la primera fábrica recuperada y autogestionada en Grecia, llevamos ya más que cinco años luchando por nuestra vida y dignidad y por una producción en los manos de l@s obrer@s orientada a las necesidades de la sociedad y no al enriquecimiento de pocos.

Hoy en día, nos encontramos otra vez frente al Estado y los ex-propietarios de la fábrica: el 11 de enero empieza un segundo ciclo de subastas con el objetivo de liquidarse el terreno donde la fábrica está situada.

Aunque los trabajadores y las iniciativas de solidaridad en Grecia estamos decididos a defender la fábrica pase lo que pase, los procesos de subasta representan una amenaza y requieren una movilización. Es por esto que nos dirigimos a Uds., para pedir apoyo y solidaridad con el fin de presionar al gobierno a satisfacer las demandas de los trabajadores de VIOME por la legalización de su actividad, mediante la expropiación de la fábrica y la concesión a la cooperativa de trabajadores de VIOME, que seguirá operando de manera horizontal y autogestionada, como lo viene haciendo desde hace 5 años.

Pueden solidarizarse con nuestra lucha firmando y difundiendo la carta adjunta o mandando un mensaje de solidaridad al correo electrónico: viomesynergatiki

O por cualquier manera Uds. inventen.

Saludos solidarios y fraternales desde Salónica

La Asamblea General de los Trabajador@s de VIOME

Solidaridad con VIOME.doc

La SCJN da fallo histórico a favor de los indígenas de Juchitán y en contra de parque eólico español

Publicado en: http://www.sinembargo.mx/10-01-2018/3371969

Integrantes de la comunidad indígena de Juchitán, Oaxaca, donde ya hay 15 parques eólicos, interpusieron una demanda de amparo en 2015 porque la Comisión Reguladora de Energía violó su derecho a una consulta libre, previa e informada acorde al marco internacional. Aunque en junio de 2016 el titular del Juzgado Séptimo de Distrito en Salinas Cruz, Oaxaca, lo negó, este día la Suprema Corte de Justicia de la Nación atrajo el caso.

Esta acción judicial “puede fijar criterios importantes en futuros casos similares”, expusieron organizaciones civiles defensoras de derechos humanos.

Ciudad de México, 10 enero (SinEmbargo).– La Suprema Corte de Justicia de la Nación (SCJN) atrajo el caso del amparo contra la instalación del parque eólico de la empresa española Eólica del Sur, para implementar una consulta libre, previa e informada en la comunidad zapoteca de Juchitán de Zaragoza, ubicado en el Istmo de Tehuantepec en Oaxaca, donde hay más de 20 parques eólicos.

“Los integrantes de la Primera Sala consideraron que el asunto reúne los requisitos de interés y trascendencia, en tanto que involucra el contenido y alcance del derecho humano a la consulta previa, libre e informada de las comunidades indígenas”, expuso la SCJN en un comunicado. “Según lo alegado por los indígenas, [el parque eólico] podría producir importantes afectaciones y alteraciones ambientales que repercutirían de manera directa en su comunidad, e indirectamente, en la sociedad en general”.

De 2014 a 2015, se llevó a cabo una simulación de consulta con “una serie de vicios procesales y una marcada violación a los principios rectores de los derechos” que derivaron en intimidaciones y falta de claridad sobre cómo se verán afectados en sus actividades diarias como la agricultura y la pesca, evidenciaron las organizaciones ProDesc y PODER.

Diversas organizaciones pidieron a los ministros que también consideren las denuncias de otros pueblos indígenas sobre consultas no apegadas al marco internacional en el contexto de la implementación de proyectos derivados de la Reforma Energética.

Esta acción judicial “puede fijar criterios importantes en futuros casos similares”, expusieron en un comunicado. Fundar, Serapa, Centro Prodh y otras consideraron que, a raíz de este caso no aislado, la Primera Sala de la SCJN puede entrar a definir criterios importantes y necesarios sobre los principios de la consulta a pueblos y comunidades indígenas, en especial sobre el carácter de “previo”, ya que implementar un proceso de consulta cuando el proyecto a desarrollar ya está definido no es compatible con el Convenio 169 de la Organización Internacional del Trabajo (OIT).

Eólica del Sur busca imponer el parque eólico más grande de América Latina en Juchitán de Zaragoza y El Espinal, con 132 torres de 125 metros de altura cada una. El director general, Eduardo Centeno, resaltó que es el primero proyecto que se realiza con la aprobación de la comunidad tras una consulta.

La Comisión Reguladora de Energía (CRE) autorizó a la empresa Eólica del Sur (antes Mareña Renovables, de capital español) comenzar la construcción y generación de energía eléctrica seis meses antes de que concluyera la consulta, en enero de 2015. El Centro Mexicano de Derecho Ambiental (Cemda) expuso que el Estado mexicano no actuó de ninguna manera “de buena fe”.

Integrantes de la comunidad indígena de Juchitán interpusieron una demanda de amparo en 2015 por actos de autoridad que violaron su derecho a una consulta libre, previa e informada, relacionado con los derechos a la libre determinación, al territorio, la identidad cultural y al medio ambiente.

“Entre 2014 y 2015 supuestamente se hizo una consulta en Juchitán, pero para nosotros eso no fue una consulta, sino una serie de reuniones donde gente pagada nos amenazó y en una asamblea a mano alzada se aprobó el parque eólico”, aseguró Bettina Cruz Velázquez, de la Asamblea de los Pueblos Indígenas del Istmo de Tehuantepec en Defensa de la Tierra y el Territorio (APIITDTT).

En septiembre de 2015, obtuvieron el amparo por las irregularidades en la consulta y el Juez otorgó la suspensión definitiva, con lo que se impedía la realización de los trabajos. Pero en junio de 2016 , el titular del Juzgado Séptimo de Distrito en Salinas Cruz, Oaxaca, negó el amparo.

Entre las afectaciones de este proyecto, destaca que en marzo de 2015 “la gente de la empresa [Eólica del Sur] y grupos armados cerraron el Palacio Municipal para exigir que se pasara a la fase deliberativa”, contó Bettina Cruz. “Si no se pasaba a la fase deliberativa [dijeron que] ‘iba a pasar algo, íbamos a sufrir las consecuencias’”, dijo.

LOS OTROS CASOS

En un contexto de violencia, impunidad, crimen organizado y desigualdad en que operan las empresas en México, se han registrado al menos 61 casos de abusos a derechos humanos relacionados con las actividades empresariales de firmas como Grupo México, Grupo Higa, Grupo BAL, Bimbo, Goldcorp, TransCanada y Cemex, al igual que las estatales Petróleos Mexicanos (Pemex) y la Comisión Federal de Electricididad (CFE). De éstos conflictos, 11 se dieron en los rubros minero y cementero; nueve casos en el de hidrocarburos y otros ocho en hidroeléctricas y parques eólicos, documentó el Grupo de Trabajo de la ONU durante su visita al país en 2016.

De acuerdo con un informe del Centro de Información sobre Empresas y Derechos Humanos, sólo cinco de cada 50 compañías llevan acabo una consulta de manera adecuada.

En Oaxaca, Desarrollos Eólicos Mexicanos (DEMEX), en el municipio Unión Hidalgo, instaló el Proyecto Eólico Piedra Larga, el cual provee de energía a Grupo Bimbo. La empresa, subsidiaria de la española Renovalia Energy, incumplió con los acuerdos, y los comuneros demandaron ante el Tribunal Agrario la nulidad del contrato, pero sigue operando.

También en Unión Hidalgo, las empresas Eléctrica del Valle de México (propiedad de la paraestatal francesa EDF), GAMESA (eléctrica española) y Eólica Unión (oaxaqueña) buscan instalar tres proyectos eólicos y una subestación de almacenamiento de energía, sin antes haber consultado a los propietarios.

Sin embargo, no sólo no se aplica el derecho de consulta sino que el mismo marco regulatorio atenta contra los derechos humanos, ha advertido la investigadora Melisa Ortiz, del Centro de Información sobre Empresas y Derechos Humanos.

El artículo 96 de la Ley de Hidrocarburos y el artículo 71 de la Ley de la Industria Eléctrica no reconoce el derecho a negarse a la exploración y explotación de recursos en su territorio, el espacio físico donde se construye su identidad y actividades económicas-culturales. Además, este marco legal favorece el uso del suelo para proyectos sobre cualquier otro, por ejemplo para la agricultura, lo que vulnera otros derechos como el derecho a la alimentación y el trabajo, expuso Ortiz.

Palabras del Comité Clandestino Revolucionario Indígena-Comandancia General del Ejército Zapatista de Liberación Nacional, el 1 de enero del 2018. 24 Aniversario del inicio de la guerra contra el olvido.

Origen: Palabras del Comité Clandestino Revolucionario Indígena-Comandancia General del Ejército Zapatista de Liberación Nacional, el 1 de enero del 2018. 24 Aniversario del inicio de la guerra contra el olvido.

(Mexico) El compañero Roberto Paciencia: ¡LIBRE!



Compañeras y compañeros: Les compartimos la siguiente noticia: NUESTRO COMPAÑERO ROBERTO PACIENCIA ESTÁ LIBRE. El pasado mes de octubre, la delegación de CGT que viajó a ese país pudimos entrevistarnos con él, aún en la cárcel. La solidaridad, la lucha, lo han liberado. El acompañamiento del "Grupo de Trabajo NO EStamos Todxs" ha sido fundamental. El compañero Roberto Paciencia: ¡LIBRE!

Amedeo,  que la tierra te sea leve compaňero.

Fes un cop d’ull al tuit de @A_rivista_anarc: https://twitter.com/A_rivista_anarc/status/801096698411958272?s=09

Amedeo Bertolo, en el recuerdo y el corazón para siempre

amedeob

http://rojoynegro.info/articulo/memoria/amedeo-bertolo-el-recuerdo-el-coraz%C3%B3n-siempre

Desde que se enamoró al inicio de los años sesenta de esa “idea exagerada de libertad” que es la anarquía, Amedeo Bertolo siempre la mantuvo cálidamente anclada en su corazón hasta su fallecimiento esta misma mañana del 22 de noviembre en Milán a los 75 años.

Su gran modestia y su inagotable cordialidad le sirvieron en vida para huir del prestigio que podía otorgarle su protagonismo en el anarquismo contemporáneo en Italia y en parte de Europa, pero es de justicia resaltar ahora ese protagonismo. En 1961 el entonces estudiante Amedeo Bertolo era uno de los primeros veinteañeros que asomaban en las filas anarquistas milanesas después de una larga travesía del desierto, dando lugar a la creación del “Gruppo Giovanili Libertario”.

Tan solo había transcurrido un año cuando el joven anarquista se adentraba en la España de Franco para realizar una misión por cuenta del recién creado organismo coordinador de la lucha libertaria antifranquista “Defensa Interior”. Poco tiempo después, el 28 de septiembre de 1962, Amedeo tomaba la iniciativa de secuestrar, con sus compañeros milaneses, el vice cónsul de España Don Isu Elías, para denunciar ante la opinión pública internacional la petición de pena de muerte que el fiscal militar exigía contra tres jóvenes libertarios de Barcelona. Jordi Conill Vals y sus dos compañeros fueron finalmente condenados a largas penas de cárcel pero se había evitado la condena a muerte.

Desde esa época la actividad de Amedeo Bertolo no dejó de ser extraordinariamente intensa. Por citar tan solo algunos aspectos cabe mencionar que a mediados de los sesenta fue unos de los creadores de los Gruppi Giovanili Anarchici Federati (GGAF), o que en 1969 se involucró intensamente en la denuncia del asesinato de su compañero de grupo, Giuseppe Pinelli, perpetrado por la policía durante la noche del 15 al 16 de diciembre en Milán, y que Darío Fó llevaría a escena con el titulo de “Muerte accidental de un anarquista”.

En 1971 fue uno de los fundadores de “A Rivista anarquica” que aun se sigue publicando hoy, lo que no le impidió animar o intervenir, además, en varias revista y proyectos editoriales, tales como la famosa revista “Interrogations”, la revista “Volontà”, o la editorial “Antistato”. En 1976 fundó el importante “Centro Studi Libertari Giuseppe Pinelli”, y en 1984 fue uno de los principales impulsores del increíble encuentro internacional durante el cual miles de anarquistas ocuparon Venecia. Como broche a su actividad editorial fundó en 1986 la importante editorial libertaria “Eleuthera” que ha publicado a lo largo de estos últimos treinta años centenares de títulos.

Valga este botón de muestra del activismo libertario de Amedeo Bertolo para dejar constancia de la impresionante estatura militante del compañero que nos ha dejado. Su calidad humana y el carácter entrañable de su amistad es algo que nunca podremos dejar de añorar quienes hemos tenido la suerte de conocerlo.

22 de noviembre del 2016

Tomás Ibáñez

Taller sobre confederalismo democrático [23, 24 y 25 de septiembre en Burgos]

Rojava Azadî

Desde el sindicato CGT de Burgos se ha programado un taller sobre el proceso de construcción del Confederalismo Democrático en el Kustistán. La iniciativa, que será impartida por miembros del colectivo Rojava Azadi de Madrid, tendrá lugar entre los días 23, 24 y 25 de septiembre en un pueblo cercano a Burgos.

El taller pretende acercarse a los análisis históricos que se están realizando desde el denominado confederalismo democrático, nuevo paradigma político que está poniendo en marcha el movimiento revolucionario kurdo, así como las propuestas políticas que se plantean en torno a la organización de la sociedad, la resistencia al patriarcado, el Estado y la modernidad capitalista. Para concer más detallles sobre el proceso revolucionario kurdo y el confederalismo democrático se recomiendan los programas monográficos realizados por Radio Onda Expansiva sobre el tema.

Para participar en el taller enviad un mail a rojavaazadimadrid@riseup.net indicando si disponéis de…

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Bayer & Monsanto, a fusão de duas empresas criminosas

Portal Anarquista

agri

A fusão das duas multinacionais Bayer e Monsanto representa a concentração no mercado dos Agro-químicos das duas empresas mais altamente responsáveis pela destruição da agricultura e do ambiente a nível mundial.

A #Bayer assinou hoje o contrato de compra da #Monsanto no valor final de 66 mil milhões de dólares. Esta fusão significa o controlo de quase 1/3 do mercado mundial de sementes e pesticidas. http://bit.ly/2cIfqZf

O contrato deverá estar concluído no final de 2017, prazo previsto para a finalização de uma outra fusão no mercado mundial dos agro-químicos, entre a #Dow Chemical e a #Dupont. *
Os reguladores governamentais terão de aprovar estas fusões para os contratos ficarem finalizados.

Um artigo de 2009 que detalha os efeitos da consolidação do mercado das sementes. “Visualizing Consolidation in the Global Seed Industry: 1996–2008.”
Pode ser consultado aqui: http://bit.ly/1MIM4pH

A Bayer irá provavelmente mudar o nome da Monsanto após a…

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